quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Índios e produtores rurais aguardam posicionamento do STF sobre portaria da AGU

Indígenas, organizações indigenistas e produtores rurais acompanham o julgamento de um dos itens pevisto na pauta da sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF) de hoje (31). O item trata dos pedidos de esclarecimento às dúvidas que restaram do julgamento que, em 2009, manteve a demarcação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, em terras contínuas. A resposta dos ministros é condição fundamental para indicar a validade ou não da Portaria nº 303 da Advocacia-Geral da União (AGU).

Publicada em julho deste ano com o objetivo de regulamentar a atuação dos advogados e promotores públicos, a portaria obriga que todas as 19 condicionantes impostas para a manutenção da demarcação da Raposa Serra do Sol sejam observadas e cumpridas em todos os processos demarcatórios, inclusive para os já finalizados. A portaria reflete o entendimento da AGU sobre o que teria sido definido pelo STF em 2009.

Diante da reação contrária de órgãos públicos, como a Fundação Nacional do Índio (Funai), e de comunidades indígenas de todo o país, a entrada em vigor da portaria acabou sendo suspensa até que o STF se manifestasse sobre o assunto, julgando os pedidos de esclarecimentos, os chamados embargos de declaração, apresentados por diversos setores.

Para o secretário executivo do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Cleber Buzatto, os conflitos entre comunidades indígenas e proprietários rurais irão se intensificar, caso o STF confirme a interpretação da AGU e a validade da portaria.

“Entendemos que isso reabriria e potencializaria uma série de conflitos fundiários para além do que já verificamos atualmente”, disse Buzatto à Agência Brasil, destacando que, entre outras coisas, a Portaria nº 303 prevê a possibilidade de que processos demarcatórios já concluídos sejam reabertos e revistos.

“Estamos bastante confiantes de que o julgamento dos embargos de declaração esclareça de vez a interpretação [da AGU]; que o Supremo possa, de uma vez por todas, esclarecer que as condicionantes são restritas e se aplicam única e exclusivamente para o caso da Raposa Serra do Sol, não podendo atingir aos direitos constitucionalmente garantidos de usufruto permanente e exclusivo dos povos indígenas sobre suas terras”, concluiu Buzatto.

Produtores rurais e representantes do setor agropecuários também viajaram a Brasília para acompanhar o julgamento. Para a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), a apreciação dos embargos poderá resultar em uma mudança de postura da União nos processos relacionados à questão indígena, impedindo os advogados públicos e promotores de “defenderem teses contrárias às diretrizes do Supremo.”

Em nota, o presidente da entidade, Eduardo Riedel, destaca a importância do julgamento. “As diretrizes não trazem nenhum prejuízo aos indígenas, apenas colocam os territórios ocupados por eles dentro das mesmas normas que regem a nação”, assinalou Riedel. “A sociedade precisa estar atenta, buscar informações e avaliar de modo crítico e consciente. O julgamento do caso Raposa Serra do Sol demandou exaustivas análises e esforços por parte do STF, a mais alta Corte e, portanto, a mais preparada para decidir assuntos dessa natureza.”

O presidente do STF, Carlos Ayres Britto, decidiu inverter a pauta prevista para hoje. A sessão começou com listas de recursos de menor importância, e em seguida, Britto votou sobre um processo envolvendo lei do Rio Grande do Sul a respeito da contratação de softwares. No entanto, o processo não terminou porque houve pedido de vista. Depois, foram convocadas duas ações sobre uso de amianto na indústria nacional. O assunto é complexo e conta com a exposição de vários advogados de partes interessadas, o que torna imprevisível a duração do julgamento.

Edição: Carolina Pimentel//Texto atualizado às 16h22 para acréscimo de informações

Por: Alex Rodrigues, Repórter Agência Brasil
http://agenciabrasil.ebc.com.br

URGENTE: Justiça decreta prisão de Frei Gilvander


O juiz do município de Unaí, região Noroeste de Minas Gerais, decretou a prisão do padre Carmelita, assessor da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e militante dos direitos humanos, Frei Gilvander. O motivo para a prisão foi a divulgação de um vídeo produzido pelo Frei que denúncia o envenenamento da população da cidade de Unaí e região pelo abuso de agrotóxicos utilizados na marca “Feijão Unaí”.
 
No vídeo, depoimento de uma trabalhadora de uma escola municipal de Arinos, cidade vizinha de Unaí, relata que o feijão foi enviado para a merenda escolar e que as cozinheiras não suportaram o mau cheiro e os sinais de veneno contidos no feijão, chegando, inclusive a passar mal. Isso se repetiu várias vezes, chegando ao ponto de até descartar o feijão no lixo.
 
A cidade de Unaí é a campeã nacional em casos de câncer. Segundo os dados da Comissão Parlamentar da Câmara Federal, em Unaí há 1260 casos de pessoas com câncer por ano. A média mundial não ultrapassa 400 casos anuais para cada 100.000 habitantes. A cidade também é a campeã nacional em produção de feijão e de uso de agrotóxicos, uma verdadeira ameaça a saúde da população.
 
A prisão de Frei Gilvander se dará caso não retire de circulação o vídeo que faz essa importante denúncia, um verdadeiro ataque à liberdade de expressão e informação. Os diretores do Google e do Youtube estão respondendo a processo pela veiculação do vídeo.
 
Frei Gilvander é um grande companheiro da luta do povo pobre e por isso desperta o ódio dos poderosos. Em maio, por seu apoio à luta do povo por moradia e denúncia do despejo da Ocupação Eliana Silva e de outras comunidades sofreu dezenas de ameaças de morte. (Veja na entrevista ao Jornal A Verdade clicando aqui). Mas segue firme na luta contando com cada vez mais apoio das comunidades e das pessoas de luta, justas e honestas.
 
Veja abaixo o vídeo que motivou o decreto de prisão de Frei Gilvander:
 
 

Por: Natália Alves, Belo Horizonte
http://averdade.org.br
 

Mídia e agronegócio

No Brasil, com a redemocratização do país em 1985, o governo federal assentou cerca de um milhão de famílias em projetos de reforma agrária e colonização em aproximadamente 80 milhões de hectares desapropriados e arrecadados por interesse social. Desse total, mais da metade ocorreu a partir de 2003 e, mesmo assim, os índices de concentração fundiária continuam elevados e pouco se alteraram nesse período.

A mídia atribui ao agronegócio, detentor de grandes extensões de terra, uma pujança produtiva maior do que efetivamente se observa. De acordo com dados oficiais do IBGE, a agricultura familiar/camponesa, apesar de ocupar apenas ¼ da área, responde por 77% das pessoas ocupadas no campo e por 38% do valor da produção. Mesmo cultivando uma área bem menor, ela é responsável por garantir a segurança alimentar do país, gerando mais de 70% dos produtos da cesta básica, demonstrando a potencialidade da agricultura familiar na ampliação da produção de alimentos para o mercado interno.

Ainda que a agricultura familiar responda pela maior parte da produção de alimentos para o abastecimento interno, o noticiário sobre o tema agrário indica que o debate democrático está contaminado por dois fatores principais, interesse econômico e preconceito cultural, que estão presentes nos meios de comunicação, estigmatizando, junto à opinião pública, os sem terra, assentados e agricultores familiares.

Pode-se inferir que o preconceito cultural decorre da nossa herança colonial-escravista e da forma de dominação histórica das oligarquias rurais no território brasileiro. Pode-se também dizer que, no passado, os interesses econômicos entre os meios de comunicação e o velho latifúndio não eram tão fortes como na atualidade em relação ao agronegócio.

Grosso modo, isso pode ser explicado, já que prevalecia um preconceito contra o meio rural associado ao modo de vida atrasado, e isso incluía tanto os trabalhadores como proprietários rurais. Hoje, multiplicam-se os interesses econômicos convergentes de variados setores empresariais com forte influência na mídia: agronegócio exportador, capital financeiro e multinacionais produtoras de alimentos e de insumos agrícolas.

Isso pode ser exemplificado: no passado não muito distante (até 1997, por ocasião da Marcha dos 100 Mil do MST), a reforma agrária chegou a ser tema de novela e era percebida positivamente como necessária pela opinião pública brasileira. Hoje, a violência no campo é tratada e manipulada não como decorrente da exploração no meio rural e da injusta estrutura fundiária, mas da radicalidade “irresponsável” na luta pela terra e da ação “criminosa” das organizações camponesas e de seus líderes.

Enquanto milhares de famílias vivem acampadas em beira de estradas, trabalhadores rurais são escravizados em pleno século 21 e camponeses, líderes sindicais, religiosos e advogados são assassinados, deixando sem punição os crimes do latifúndio e de sua pistolagem. Antes, a rebeldia dos escravos escandalizava, mas o açoite neles não.

Foi o caso do escândalo orquestrado pela mídia com a destruição de dois hectares de um laranjal plantado em extensas terras da União, invadida ilegalmente por grande empresa privada em São Paulo. Esse caso é emblemático onde a rebeldia dos sem terra foi criminalizada pela mídia e a empresa grileira de terra pública foi enaltecida.

A reforma agrária, moldada à realidade e às exigências contemporâneas, continua sendo uma bandeira de luta dos trabalhadores rurais e uma necessidade do Brasil. Mas, do ponto de vista ideológico, ela é vista pelo patronato rural como um atentado ao direito de propriedade e aos seus interesses e, sob a ótica econômica, é vista pelas grandes corporações econômicas e financeiras como desnecessária e improdutiva.

Daí a importância da democratização dos meios de comunicação. A luta política intensa e desigual que os setores conservadores hegemônicos travam na sociedade, no parlamento, no governo, no judiciário e na mídia, em todos os níveis, visa enfraquecer a luta camponesa e manter a sua dominação ideológica, política, econômica e territorial.

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Por: Osvaldo Russo- Ex-presidente do Incra, é conselheiro da Associação Brasileira de Reforma Agrária (Abra).

http://www.correiocidadania.com.br

‘Grilagem de oceanos’ é ameaça tão séria quanto a grilagem de terra, diz relator da ONU

Acordos obscuros prejudicam pescadores de pequena escala, propiciam captura não declarada, incursões em águas protegidas e desvio de recursos das populações locais.


O Relator Especial da ONU sobre o direito à Alimentação, Olivier De Schutter, alertou na última terça (30) para os riscos que a “grilagem dos oceanos” representam para a segurança alimentar. Schutter exortou os governos e organismos internacionais a deter o esgotamento das populações de peixes e a tomar medidas urgentes para proteger, manter e partilhar os benefícios da pesca e os ambientes marinhos.

“A ‘grilagem dos oceanos’ – sob a forma de acordos obscuros que prejudicam pescadores de pequena escala, propiciam captura não declarada, incursões em águas protegidas e desvio de recursos das populações locais – pode ser uma ameaça tão séria quanto a ‘grilagem da terra’”, afirmou De Schutter, ao divulgar o novo relatório sobre a pesca e o direito à Alimentação.

Valorizar pequenos pescadores

“A pesca industrial em águas distantes pode parecer uma opção econômica, mas apenas porque frotas são capazes de embolsar subsídios importantes enquanto externalizam os custos da sobre-pesca e a degradação dos recursos. As futuras gerações vão pagar o preço quando os oceanos secarem “, disse o relator especial, destacando que pequenos pescadores pegam mais peixe por litro de combustível do que as frotas industriais e descartam menos peixes.

Ele pediu que os governos ajam rapidamente e repensem o modelo de pesca para apoiar e valorizar os pequenos pescadores, garantindo seus direitos.

10% da pesca mundial é descartada por ano

“É claro que à medida em que os peixes estão se tornando menos abundantes, navios de pesca são tentados a burlar regras e estratégias de conservação”, relatou De Schutter. De 10 a 28 milhões de toneladas de peixes são capturadas ilegalmente e 10% da pesca mundial é descartada a cada ano.

Entre as recomendações, Schutter fala da necessidade de criar zonas de pesca artesanais exclusivas para os pequenos pescadores e mecanismos mais fortes de fiscalização para combater as incursões ilegais de frotas industriais. O especialista propõe que os Estados se abstenham de realizar grandes projetos de desenvolvimento que afetem negativamente a vida de pescadores de pequena escala, como forma de conter as práticas insustentáveis de manejo de recursos cruciais para a alimentação de milhões de famílias. “É possível, e necessário, afastar estes recursos da superexploração e colocá-los em prol das comunidades locais.”

Por: ONU Brasil

Brasil adere à Plataforma Internacional de Informação sobre Biodiversidade

Após mais de uma década de mobilização e expectativa de sua comunidade científica, o Brasil aderiu oficialmente à Plataforma Internacional de Informação sobre Biodiversidade (GBIF, na sigla em inglês) – maior iniciativa multilateral para tornar acessíveis na internet dados sobre biodiversidade.



A rede composta por 58 países e 46 organizações reúne informações sobre a ocorrência de espécies vegetais, animais e de microrganismos registradas em herbários, museus, coleções zoológicas e microbianas além de sistemas com dados de observação.


O protocolo de entendimento foi assinado no dia 24 de outubro pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp.
A iniciativa insere o país – que abriga 15% da biodiversidade do planeta – em uma comunidade global que compartilha dados, informações, ferramentas, competências e experiências relacionadas à gestão dos recursos de informações biológicas.


“A entrada do Brasil é um passo muito significativo para nós. Defendemos a visão de um mundo em que a informação sobre a biodiversidade esteja livremente e universalmente disponível para a ciência e para a sociedade. Isso requer a participação do maior número possível de países detentores de megadiversidade, como o Brasil”, disse Tim Hirsch, responsável pela comunicação do GBIF, à Agência FAPESP.


Segundo Hirsh, a adesão beneficiará também o Brasil. “Com dez anos de experiência na construção de sistemas para gerenciamento de informação sobre a biodiversidade, o GBIF oferece ferramentas, treinamento e padrões para agilizar a digitalização, mobilização, descobrimento, acesso e uso dos dados”, afirmou.


Para Carlos Alfredo Joly, coordenador do Programa BIOTA-FAPESP, o acesso a essas ferramentas é de fundamental importância para a ciência brasileira. “Permitirá, por exemplo, trabalhar com cenários de mudanças climáticas e as consequências disso na distribuição de espécies”, disse.


Além disso, a adesão traz um novo status e maior visibilidade aos acervos de museus, herbários e coleções brasileiras. “Essas informações passam a estar disponíveis para qualquer pessoa interessada em fazer pesquisa nessa área, não apenas a quem vai visitar as instituições”, disse.

Como lembrou Joly, o Brasil participou ativamente das discussões para a criação do GBIF, no fim dos anos 1990, e para a definição do modelo de informatização e gerenciamento da rede de dados. “O BIOTA-FAPESP foi criado na mesma época e todo o sistema de informação do programa foi desenvolvido de forma a ser totalmente compatível e fácil de ser integrado ao GBIF”, disse.


Atualmente, há mais de 5 milhões de registros de amostras coletadas ou observadas no Brasil – dos quais 2,3 milhões estão georreferenciados – disponíveis on-line e aptos a serem imediatamente integrados ao banco de dados do GBIF. As informações estão reunidas na rede speciesLink, que nasceu como um projeto do Programa BIOTA-FAPESP e hoje tem abrangência nacional.


“O speciesLink foi criado para digitalizar e tornar disponíveis on-line os acervos de 12 museus de zoologia e herbários do Estado de São Paulo”, contou Joly.


Quando terminou o projeto, apoiado pela FAPESP, a iniciativa continuou com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação(MCTI) e também com financiamento internacional.

“Hoje, a plataforma reúne 285 coleções e subcoleções de todos os Estados brasileiros, com exceção do Amapá”, disse Dora Canhos, pesquisadora do Centro de Referência em Informação Ambiental (Cria), que gerencia o sistema de informação.


Mas ainda há muito trabalho a ser feito, acrescentou Canhos. “Se reuníssemos todas as coleções brasileiras em um único museu, estima-se que teríamos mais de 30 milhões de registros. Hoje apenas 5 milhões estão digitalizados e disponíveis on-line”, disse.


Embora o Brasil ainda não fosse oficialmente membro do GBIF, mais de 1,6 milhão de registros relativos à biodiversidade nacional já estavam acessíveis na rede global, provenientes de mais de 700 bancos de dados mantidos em 28 países.


Nos últimos três anos, segundo divulgou a rede global, pelo menos 18 trabalhos de pesquisas de autores brasileiros citaram o uso de dados mediados pela plataforma GBIF. No mundo, em média, cerca de quatro artigos revisados por pares são publicados a cada semana com dados acessados pela rede GBIF.


Sistema brasileiro

A diretora de Políticas e Programas Temáticos do MCTI, Mercedes Bustamante, ressaltou que a adesão ao GBIF ocorre no momento em que o Brasil está estruturando seu próprio sistema nacional de informação sobre a biodiversidade.
Denominada Sistema de Informações para a Biodiversidade e Ecossistemas Brasileiros (SIB-BR), a iniciativa é conduzida pelo MCTI em parceria com o Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês) e envolve investimento de US$ 28 milhões.


“A experiência do GBIF pode servir de modelo para a rede brasileira, pois não se trata simplesmente de um banco de dados, mas de uma plataforma que permite, por exemplo, usar ferramentas para análise das informações ali contidas”, disse Bustamante.
Um dos objetivos do SIB-BR, acrescentou a diretora do MCTI, é fazer com que as informações sobre biodiversidade já sistematizadas sejam incorporadas ao processo de tomada de decisões e formulação de políticas públicas.


“A ideia é que o SIB-BR não substitua sistemas já existentes, como a rede specieslink. Trata-se de uma plataforma agregadora, que vai incorporar as informações já digitalizadas. As instituições que não têm condições de manter seus próprios bancos de informação poderão fazer isso por meio do sistema nacional”, afirmou.
Participante associado
O Brasil ingressa, inicialmente, como associado ao GBIF. Embora possa participar plenamente na publicação de dados e projetos de capacitação, não contribui financeiramente e não possui direito de voto no Conselho de Administração.


A partir da assinatura do protocolo de entendimento, o país se comprometeu a se movimentar para a participação votante em um prazo de cinco anos.

Na América Latina, Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, México, Nicarágua, Peru e Uruguai já integram o GBIF. A rede foi fundada por um grupo de países em 2001 – com sede em Copenhague, na Dinamarca –, após recomendação do fórum de megaciência, hoje denominado Fórum de Ciência Global da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

Atualmente, o GBIF concentra mais de 388 milhões de registros, de mais de 10 mil bancos de dados provenientes de 422 instituições.
  Por Karina Toledo
http://agencia.fapesp.br

VII MOSTRA CINEMA E DIREITOS HUMANOS NA AMÉRICA DO SUL




MOSTRA DE CINEMA
O QUÊ: 7ª MOSTRA CINEMA E DIREITOS HUMANOS NA AMÉRICA DO SUL - 2012


QUANDO: De 25 a 30 DE NOVEMBRO
ONDE: TEATRO DA CIDADE DE SÃO LUÍS (ANTIGO CINE ROXY)

QUANTO: GRATUITO   http://www.viasdefato.jor.br/index2/

Povos Indígenas na Amazônia e o “Bem Viver”

 
 
Marcello Casal Jr/ABr
 
 
http://article.wn.com/view/2012/09/13/xii_vestibular_dos_povos_ind_genas_abre_as_inscri_es_no_para/