sábado, 19 de março de 2011

CNRH fixa regras para reúso não-potável de água para fins agrícolas e florestais

Ministério do Meio Ambiente .


CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS


RESOLUÇÃO No- 121, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2010

Estabelece diretrizes e critérios para a prática

de reúso direto não potável de água na

modalidade agrícola e florestal, definida na

Resolução CNRH no 54, de 28 de novembro

de 2005.


O CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOSCNRH,

no uso das competências que lhe são conferidas pelas Leis nos

9.433, de 8 de janeiro de 1997, e 9.984, de 17 de julho de 2000, e

pelo Decreto no 4613, de 11 de março de 2003, e tendo em vista o

disposto em seu Regimento Interno, anexo à Portaria no 377, de 19 de

setembro de 2003, e o que consta do Processo no 02000.000455/2008-

16, e Considerando a Década Brasileira da Água, instituída por

Decreto de 22 de março de 2005, cujos objetivos são promover e

intensificar a formulação e implementação de políticas, programas e

projetos relativos ao gerenciamento e uso sustentável da água, em

todos os níveis, assim como assegurar a ampla participação e cooperação

das comunidades voltadas ao alcance dos objetivos contemplados

na Política Nacional de Recursos Hídricos ou estabelecidos

em convenções, acordos e resoluções a que o Brasil tenha aderido;

Considerando a Resolução CNRH no 54, de 28 de novembro

de 2005, que estabelece modalidades, diretrizes e critérios gerais para

a prática de reúso direto não potável de água;

Considerando a diretriz adotada pelo Conselho Econômico e

Social da Organização das Nações Unidas-ONU, segundo a qual, a

não ser que haja grande disponibilidade, nenhuma água de boa qualidade

deverá ser utilizada em atividades que tolerem águas de qualidade

inferior;

Considerando que o reúso de água se constitui em prática de

racionalização e de conservação de recursos hídricos, conforme princípios

estabelecidos na Agenda 21;

Considerando que a prática de reúso de água reduz a descarga

de determinados poluentes em corpos receptores, conservando

os recursos hídricos para o abastecimento público e outros usos mais

exigentes quanto à qualidade; e

Considerando que uma das diretrizes gerais de ação do Sistema

Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos-SINGREH é

a integração da gestão de recursos hídricos com a gestão ambiental,

conforme inciso III do art. 3o da Lei no 9.433, de 1997, resolve:

Art. 1º Estabelecer diretrizes e critérios para a prática de

reúso direto não potável de água na modalidade agrícola e florestal,

definida na Resolução no 54, de 28 de novembro de 2005, do Conselho

Nacional de Recursos Hídricos.

Art. 2o As características físicas, químicas e biológicas para

a água em todos os tipos de reúso para fins agrícolas e florestais

deverão atender os limites definidos na legislação pertinente.

Art. 3o A caracterização e o monitoramento periódico da

água de reúso serão realizados de acordo com critérios definidos pelo

órgão ou entidade competente, recomendando-se observar:

I - a natureza da água de reúso;

II - a tipologia do processo de tratamento;

III - o porte das instalações e vazão tratada;

IV - a variabilidade dos insumos;

V - as variações nos fluxos envolvidos; e

VI - o tipo de cultura.

Parágrafo único. O produtor da água de reúso é responsável

pelas informações constantes de sua caracterização e monitoramento.

Art. 4o A aplicação de água de reúso poderá ser condicionada,

pelo órgão ou entidade competente, à elaboração de projeto

que atenda os critérios e procedimentos por estes estabelecidos.

Art. 5o A aplicação de água de reúso para fins agrícolas e

florestais não pode apresentar riscos ou causar danos ambientais e à

saúde pública.

Art. 6o As concentrações recomendadas de elementos e substâncias

químicas no solo, para todos os tipos de reúso para fins

agrícolas e florestais, são os valores de prevenção que constam da

legislação pertinente.

Art. 7o A caracterização e o monitoramento periódico do

solo que recebe a água de reúso serão realizados de acordo com

critérios definidos pelo órgão ou entidade competente.

Art. 8o Qualquer acidente ou impacto ambiental, decorrente

da aplicação da água de reúso que possa comprometer os demais usos

da água no entorno da área afetada, deverá ser informado imediatamente

ao órgão ou entidade competente e ao respectivo Comitê de

Bacia Hidrográfica pelo produtor, distribuidor e usuário da água de

reuso.

Art. 9o Os métodos de análise para determinação dos parâmetros

de qualidade da água e do solo devem atender às especificações

normativas pertinentes.

Art. 10. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.



IZABELLA TEIXEIRA

Presidente do Conslho

SILVANO SILVÉRIO DA COSTA

Secretário Executivo

http://www.in.gov.br/

quarta-feira, 16 de março de 2011

Maior dinossauro carnívoro do Brasil é descoberto no MA

Vestígios do maxilar e da narina do réptil foram encontrados na Ilha de Cajual

RIO - Pesquisadores do Museu Nacional apresentaram, nesta quarta-feira (16), o espinossaurídeo Oxalaia quilombensis, o maior dinossauro carnívoro já encontrado no Brasil. Vestígios do maxilar e da narina do réptil foram encontrados na Ilha de Cajual, no Maranhão, e seriam do Cretáceo Superior.




A espécie é muito semelhante a outras já descritas na África. A aparência deve-se provavelmente ao fato de que, no período histórico anterior, aquele continente era ligado à América do Sul, o que proporcionou a migração de animais de uma região para outra.


De acordo com os fósseis achados, foi possível estimar o tamanho do Oxalaia: ele teria entre 12 e 14 metros de comprimento, e massa variando entre 5 e 7 toneladas. Seu nome é uma homenagem a Oxalá, divindade masculina mais respeitada da religião africana. "Quilombensis", por sua vez, faz alusão aos quilombos que existiam na ilha.
 
 
Por: Renato Grandelle, O Globo
http://imirante.globo.com/

Lista de dissertações da UFMA em 2006 do Mestrado em Ecossistemas da UFMA

Socializando, como contribuição, para conhecimento, estudos, pesquisas etc

LISTA DAS DISSERTAÇOES DEFENDIDAS EM 2006, DO MESTRADO EM SUSTENTABILIDADE DE ECOSSISTEMAS


O DOCUMENTO PODE SER OBTIDO INTEGRALMENTE NO LINK/ PDF ou NA BIBLIOTECA DO DEPTO DE OCEANOGRAFIA E LIMNOLOGIA DA UFMA



Dissertaçõs Defendidas em:

Autor:

Sidilene Pereira Costa

Orientador:

Profa. Dra. Flávia Rebelo Mochel

Co orientador:

Prof. Dr. Horácio Antunes

Titulo:
ANÁLISE DA SUSTENTABILIDADE DOS ECOSSISTEMAS RELACIONADA ÀS POLÍTICAS PÚBLICAS NO MUNICÍPIO DE BACURI, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DAS REENTRÂNCIAS MARANHENSES, BRASIL

Resumo:
As questões ambientais vêm sendo progres...
Autor:

Richardson Gomes Lima da Silva

Orientador:

Dr. Paulo Roberto S. Cavalcante

Co orientador:

Dr. Odilon Teixeira de Melo

Titulo:
SUSCEPTIBILIDADE DOS ECOSSISTEMAS CONTINENTAIS DA BAIXADA MARANHENSE ÀS EMISSÕES ATMOSFÉRICAS LIBERADAS POR SÃO LUÍS – MA: estudos de caso de Pinheiro e Viana.

Resumo:
No Maranhão, estudos sobre a química atm...
Autor:

Regina Célia de Castro Pereira

Orientador:

Prof. Dr. Antonio Cordeiro Feitosa

Co orientador:



Titulo:
CARACTERIZAÇÃO DAS ALTERAÇÕES AMBIENTAIS SEGUNDO O USO DOS RECURSOS NATURAIS POR TRABALHADORES RURAIS NO ALTO CURSO DO RIO PERICUMÃ.

Resumo:
Aborda-se, neste estudo, a caracterizaçã...

Autor:

Marilene Sabino Bezerra

Orientador:

Prof. Dr. José Policarpo Neto

Co orientador:

Prof. Dr. Ricardo Barbieri

Titulo:
AVALIAÇÃO DO POTENCIAL TURÍSTICO SUSTENTÁVEL DA REGIÃO LACUSTRE VIANA-PENALVA-CAJARI - BAIXADA MARANHENSE

Resumo:
O Estado do Maranhão possui imensa poten...
Autor:

Klenya Rosa Rocha Braga

Orientador:

Prof Dr Ricardo Barbieri

Co orientador:

Prof Dr Claudio Urbano B. Pinheiro

Titulo:
AVALIAÇÃO DA SUSTENTABILIDADE DAS FORMAS DE USO E MANEJO DE MATAS CILIARES DO ALTO CURSO DO RIO PERICUMÃ, BAIXADA MARANHENSE

Resumo:
A avaliação da sustentabilidade das form...

Autor:

Juliana Cristina Fukuda

Orientador:

Profª Drª Flávia Rebelo Mochel

Co orientador:

Prof. Dr. Cláudio Urbano Pinheiro

Titulo:

Avaliação de Variáveis para Delimitação de Áreas Protegidas Costeiras e Marinhas: sugestão de limites para uma Unidade de Conservação costeira de Uso Sustentável na região das Reentrâncias Maranhenses (Estado do Maranhão, Brasil).

Resumo:

As Unidades de Conservação (UCs) – áreas...

Autor:

Jane Karina Silva Mendonça

Orientador:

Prof. Dr. Antonio Cordeiro Feitosa

Co orientador:

Prof. Dr. Claudio Urbano B. Pinheiro

Titulo:

USO SUSTENTÁVEL DE ESPÉCIES DE PALMEIRAS DA APA DA BAIXADA MARANHENSE PARA CONTROLE E RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS POR EROSÃO.

Resumo:
O estudo aborda o uso sustentável de esp...

Autor:

Jaciara de Oliveira Correia

Orientador:

Cláudio Urbano B. Pinheiro

Co orientador:

Titulo:

SUSTENTABILIDADE DOS SISTEMAS AGRO-EXTRATIVOS DE PRODUÇÃO DA REGIÃO LACUSTRE DE PENALVA-MA, NA ÁREA DE PROTEÇÂO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE

Resumo:
A região lacustre de Penalva, na Área de...

Autor:

Isa Rosete Mendes Araujo Nascimento

Orientador:

Prof. Dr. Claudio Urbano B. Pinheiro

Co orientador:

Prof. Dr. Márcio Costa F. Vaz dos Santos

Titulo:
ESTUDO SÓCIO-AMBIENTAL DOS EFEITOS DE BARRAGENS NA ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE:

Resumo:
Durante dois anos (2004-2006), foram est...

Autor:

Ilmar Alves Lopes

Orientador:

Prof. Dr.Odilon Teixeira de Melo

Co orientador:

Titulo:
TRANSPORTE DE MATERIAL PARTICULADO EM SUSPENSÃO PELOS RIOS GRAJAÚ, PINDARÉ E MEARIM PARA O SISTEMA ESTUARINO DA BAÍA DE SÃO MARCOS-MA

Resumo:
Este trabalho teve por objetivo quantifi...

Autor:

Eliesé Idalino Rodrigues

Orientador:

Prof. Dr. Marco Valério Jansen Cutrim

Co orientador:

Prof. Dr. Marco Valério Jansen Cutrim

Titulo:

ESTRUTURA DA COMUNIDADE FITOPLANCTÔNICA COMO ALTERNATIVA PARA AVALIAÇÃO DA SUSTENTABILIDADE BIOLÓGICA DE ÁREAS COM POTENCIALIDADE AQÜÍCOLA ESTABELECIDA PELO ZONEAMENTO COSTEIRO DO ESTADO DO MARANHÃO

Resumo:

ESTRUTURA DA COMUNIDADE FITOPLANCTÔNICA ...



Autor:

Clarissa Lobato da Costa

Orientador:

Prof. Dr. Antonio Carlos Leal de Castro

Co orientador:

Prof. Dr. Claudio Urbano B. Pinheiro

Titulo:
SUSTENTABILIDADE DA PESCA ARTESANAL NO LAGO DE VIANA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE

Resumo:
A pesca artesanal é uma das principais a...

Dissertação_CLARISSA_LOBATO_DA_COSTA.pdf
 
 
Enviado por:
Profa Dra. Flávia Rebelo Mochel


Depto de Oceanografia e Limnologia

Universidade Federal do Maranhão

São Luís- BRASIL

III Curso de Ecologia de Campo e Biologia Marinha


A Associação Água Marinha neste Ano Internacional das Florestas e atendendo aos objetivos do milênio da ONU, vem convidá-los a participar do III Curso de Ecologia de Campo e Biologia Marinha na Ilha Grande- em Abraão, a ser realizado nos dias 08/09 e 10 de abril de 2011.

O Curso é eminentemente prático, com 80% das aulas nos ambientes naturais da Floresta e no Mar, além de visitação à três projetos de sustentabilidade nestes ambientes, na região e na própria Ilha Grande.

Todas as informações sobre o curso podem ser acessadas no site www.aguamarinha.org


Aproveitamos para anexar o Folder do curso para seu conhecimento e divulgação em sua rede de relacionamento.



Desde já grata.


Profa. Sandra Maria Cunha
Associação Água Marinha.
http://www.aguamarinha.org/

segunda-feira, 14 de março de 2011

V Semana Estadual de Proteção e Preservação das Águas Doces

TEMA: ÁGUA PARA AS CIDADES:



Responsabilidade de todos.

Foto: Fórum Carajás

PROGRAMAÇÃO REGIONAL




• BARREIRINHAS

16/03/11

14h00min as 17h30 - VISITA TÉCNICA A ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA/CAEMA: Alunos da Escola Municipal Humberto de Campos

19h00min – PALESTRA: Processo de Tratamento da Água- Antonio Araújo –Sistema de Barreirinhas. Apoio: José Ribamar Maravalha - Encarregado do Sistema/ Gerência de Itapecuru/CAEMA

LOCAL: Escola Municipal Humberto de Campos.



21/03/11

9hs às 09h40min – Palestra - Processo de Tratamento da Água - Antônio Araújo – Sistema de Barreirinhas. Apoio: José Ribamar Maravalha - Encarregado do Sistema/Gerência de Itapecuru/CAEMA

10h às 10h30min - Uso Sustentável da Água - José Carlos Vieira - Gerência de Itapecuru/CAEMA.

15h às 17h30min - MESA REDONDA: Sistema de Tratamento de Esgotos de Barreirinhas –

José Carlos Lima Marques - CAEMA; Ádrio Monroe Gonçalves - Sec. Municipal de Agricultura e Meio Ambiente de Itapecuru Mirim; José Elizeu Carvalho Passos – Sec. Municipal de Obras de Barreirinhas; Representante da Comunidade de São Domingos;

17h30min às 19h00min – Atividade Cultural.

LOCAL: Casa do Turista.



• PRESIDENTE DUTRA

15/03/11 - Escola Municipal Monteiro Lobato - PRESIDENTE DUTRA;

16/03/11 - Escola Municipal Tereza de Oliveira - PRESIDENTE DUTRA;

17/03/11 - Unidade Integrada Raimundo Oliveira Gomes - DOM PEDRO;

18/03/11 - Centro de Ensino Dom Marcelino - BARRA DO CORDA;

21/03/11 - Centro Educacional Horacio Alves de Andrade - SÃO DOMINGOS;

22/03/11 - Escola Municipal Jose Teixeira – TUNTUM;

PALESTRA: Uso Sustentável da Água - Marco Antonio do Nascimento Sousa - Gerência de Presidente Dutra/ CAEMA.




• SANTA INÊS

19/03/11 – 8h30min às 10h00min - Uso Racional da Água - Manoel Américo de Sousa Fernandes; Onesmo de Figueiredo Oliva Neto; Sandoval Silva e Silva e Raimundo Nonato Pacheco – CAEMA.

LOCAL: Colégio Sinapsy – Rua Nova, 542, Centro.



• PINHEIRO

20/03/11 - 8h30min às 10h00min – Uso Racional, Preservação e Conservação da Água com enfoque ao Rio Pericumã – Palestrante: José Antônio Ribeiro Bastos - CAEMA.

10h00min às 12h00min – Tratamento da Água para Consumo Humano – Palestrante: Ely Rose - CAEMA.

14h00min às 16h00min - Visita a Exposição: Atendimento CAEMA.

LOCAL: Fundação Bradesco



• ITAPECURU MIRIM

23/03/11 - 8h30min às 10h00min – Meio Ambiente e Uso Racional da Água – Francisco Oliveira - CAEMA.

14h00min às 16h00min – Visita a Exposição: Atendimento CAEMA.

LOCAL: Clube Social de Itapecuru Mirim.





REALIZAÇÃO:

CAEMA, UFMA, UEMA, NEA do Parque Bom Menino/IMPUR, SEMUS, SVES, SEMOSP, SEMMAM, SEMUSC-GPA, BATALHÃO POLICIA AMBIENTAL - BPA, FUNASA, ALEMA, SEMA, ABES e STIU-MA.



APOIO:

24º Batalhão de Caçadores, Banda da Guarda Municipal

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V SEMANA ESTADUAL DE PROTEÇÃO E PRESERVAÇÃO DAS ÁGUAS DOCES


15 A 22 DE MARÇO DE 2011



TEMA: ÁGUA PARA AS CIDADES:

Responsabilidade de todos.

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A “V SEMANA ESTADUAL DE PROTEÇÃO E PRESERVAÇÃO DAS ÁGUAS DOCES”, fundamentada na lei 7.869 de 07/05/2003 que instituiu a Semana Estadual de Proteção e Preservação das Águas Doces no território do Estado, visa realizar ações de natureza cultural e educacional, voltadas para o controle, educação e preservação dos aqüíferos superficiais e subterrâneos, como também envolver e sensibilizar a sociedade, quanto à valorização dos recursos hídricos no nosso Estado. Você está convidado a participar da programação a seguir:

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CERIMÔNIA DE ABERTURA - 15/03/11 - 15h00min às 16h30min

LOCAL: Auditório Cristo Rei – Praça Gonçalves Dias – Reitoria da UFMA

Atividade Cultural: Banda da Guarda Municipal

Coffee break - 16h30min às 17h30min - Praça Maria Aragão



VISITA ÀS EXPOSIÇÕES - 15 a 22/03 das 14h00min às 18h00min:

• Ligação predial de água, jarr test de tratamento de água e Hidroinjetor (cloração de poços) – CAEMA;

• Laboratório móvel – FUNASA;

• Material alternativo para identificação da qualidade da água – UFMA;

• Laboratório Entomológico – Coordenação de Vigilância em Saúde Ambiental - SVES/Coordenação do Programa de Controle da Dengue - SEMUS;

• Reuso de água da chuva e tratamento de água - Núcleo de Educação Ambiental do Parque Bom Menino - IMPUR;

• Reaproveitamento de material potencialmente reciclável - Núcleo de Educação Ambiental do Parque Bom Menino - IMPUR, SEMOSP, SEMUSC-GPA.

LOCAL: Praça Maria Aragão

 
OFICINA - 15 a 22/03 das 14h00min às 17h30min:


Reaproveitamento de material potencialmente reciclável - Núcleo de Educação Ambiental do Parque Bom Menino - IMPUR, SEMOSP.

LOCAL: Praça Maria Aragão



VISITAS TÉCNICAS:

16/03/11 - 9h00min às 11h30min – Equipamentos para Gestão dos Recursos Hídricos.

LOCAL: Núcleo de Geoprocessamento – Campus da UEMA

18/03/11 - 9h00min às 11h30min – Sistema Produtor do Italuís.

LOCAL para saída: Sede CAEMA as 8h00min.

Inscrições: através do e-mail:

educacaoambiental@caema.ma.gov.br



PALESTRAS:

16/03/11

08h30min às 10h30min – Uso Racional da Água e as Responsabilidades Ambientais - Raimundo Medeiros – Gerência de Meio Ambiente e Recursos Hídricos – CAEMA

LOCAL: CORREIO – Central de Triagem da Radional – Outeiro da Cruz;

8h00min às 11h30min e 14h às 17h30min – Conservação de Mananciais de Águas Doces e Poluição das Águas Superficiais e Subterrâneas - Ricardo Barbieri – UFMA.

LOCAL: Escola Municipal Francisco Ximenes - Vila Embratel.

17h00min as 18h00min – A Importância do Saneamento e Limpeza Pública na Prevenção de Enchentes e Endemias - André Nicomedes - SEMOSP.

LOCAL: Praça Maria Aragão

17/03/11

9h00min às 10h30min–Água e Dengue – Josélia Aguiar - SVES e Lucinete Pavão Sousa - SEMUS;

LOCAL: Auditório da Sede da CAEMA.

17h00min às 18h00min – Recursos Hídricos no Maranhão – Vera Lúcia Araújo Bezerra - UEMA

LOCAL: Praça Maria Aragão.

18/03/11

9h00min às 11h30min – Uso Racional da Água e as Responsabilidades Ambientais – Julio César Reis da Silva - FUNASA

 
LOCAL: Área de Vivência do SESC-DEODORO


17h00min às 18h00min – Água: Conhecer para Preservar – Dyego Bruno Lima – SEMMAM.

LOCAL: Praça Maria Aragão.



21/03/11

17h00min às 18h00min – Águas Superficiais – Odilon Teixeira de Melo - UFMA.

LOCAL: Praça Maria Aragão

22/03/11

8h00min às 11h30min e 14h às 17h30min – Uso Racional da Água e as Responsabilidades Ambientais - Daniel Nogueira – CAEMA

LOCAL: Colégio Bom Pastor Júnior - Cohatrac

15h00min às 16h00min – Base Legal da Gestão de Recursos Hídricos – Oiama Cardoso Filho – ALEMA e Daniel Holanda dos Santos - Batalhão Ambiental.

LOCAL: Praça Maria Aragão.

23/03/11

8h30min às 09h30min e 14h30min às 17h30min – Tratamento de Água – Antônio Denis Gedeon - CAEMA.

LOCAL: ETA – Sacavém.



MESAS REDONDAS E FÓRUM TÉCNICO:

21/03/11 - 9h00min às 11h30min – Águas Subterrâneas, Superficiais e as Responsabilidades Ambientais.

LOCAL: Auditório da sede da CAEMA

22/03/11 – 14h00min às 18h00min – Gestão de Águas Subterrâneas (F. TÉCNICO) – SEMA.

LOCAL: Auditório do Palácio Henrique de La Roque – Calhau

23/03/11 - 14h00min às 18h00min – Monitoramento de Recursos Hídricos – SEMA

LOCAL: Auditório do Palácio Henrique de La Roque – Calhau

24/03/11 - 14h00min às 18h00min – Áreas Protegidas e Recursos Hídricos – SEMA

LOCAL: Auditório do Palácio Henrique de La Roque – Calhau



22/03/11 – DIA MUNDIAL DA ÁGUA

16h15min às 17h30min – Atividade cultural

LOCAL: Praça Maria Aragão.

A pesca sustentável é um desafio possível

Mais de 230 empresas de pesca, que exploram 12% do pescado e marisco capturados, estão em alguma fase de avaliação para obter certificados de pesca sustentável.




Londres, Inglaterra, 14 de março (Terramérica) – Em mais de um quarto das pescarias mundiais ocorre captura excessiva e mais da metade são pescadas plenamente, afirma a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). A pesca abusiva é um dos maiores desafios para a sustentabilidade no mundo de hoje. E está aumentando a pressão sobre este valioso recurso renovável. Há um bilhão de pessoas que dependem dos alimentos de origem marinha como única ou principal fonte de proteínas animais.


Até 2050, a população mundial passará de 6,2 bilhões de pessoas para nove bilhões. Mais gente, mais riqueza e maior demanda individual de alimentos aumentarão ainda mais essa pressão. Assim, a necessidade de manejar os pesqueiros de maneira sustentável é cada vez mais urgente. Apesar das catástrofes escritas sobre a indústria pesqueira internacional, também há algo a celebrar. Muitas frotas operam de modo sustentável. Outras realizam melhorias que podem levar a capturas mais estáveis, e talvez também a maiores taxas gerais de capturas, em algumas instâncias.


O Conselho Internacional para a Gestão Pesqueira Sustentável (Marine Stewardship Council, MSC) é uma entidade não governamental que busca soluções para a superexploração da pesca, dedica-se a identificar e premiar boas práticas e a criar incentivos para que a indústria melhore seu rendimento. Trata-se de aperfeiçoar a situação comercial mediante certificação e rotulagem confiáveis e, o que é mais importante, oferecer um crescente e provado exemplo em matéria ecológica.

O programa ampliou-se: mais de 230 empresas de pesca, que exploram mais de sete milhões de toneladas de pescados e mariscos (12% da captura mundial), estão comprometidas em alguma fase de avaliação. Há 103 companhias certificadas, e muitas usam o certificado MSC não só para manter seus mercados, como também para conquistar novos. Graças à liderança dos principais atores da indústria e aos esforços da comunidade ambientalista conseguiu-se a mais espetacular evolução no crescimento da demanda de alimentos marinhos sustentáveis, certificados e ecorrotulados pelo MSC.


São mais de oito mil tipos de produtos rotulados MSC em mais de 70 países que servem a um mercado de mais de US$ 2 bilhões ao ano. Muitos comerciantes, incluindo algumas das maiores empresas varejistas, como a norte-americana Walmart e a cadeia canadense de supermercados Loblaws, se comprometeram a obter 100% de seus pescados e mariscos de empresas certificadas pelo MSC. O aumento da demanda e o crescente apoio dos consumidores estimulam mais empresas a melhorarem seus rendimentos para garantir a obtenção de padrões do MSC.


Esta é a teoria da mudança executada pelo MSC para assegurar que haja suficientes alimentos marinhos para esta e as futuras gerações. Entretanto, não há soluções absolutas para a pesca excessiva. Uma sólida política pública e a erradicação da pesca ilegal, não denunciada e sem regulamentação, também são vitais no caminho para um futuro sustentado. Os certificadores independentes, acreditados por um órgão também independente, cumprem as avaliações do MSC: examinam as existências das espécies capturadas pelas frotas pesqueiras, o impacto ambiental dessa pesca e a qualidade de seu manejo.


Esses três princípios estão compostos por 31 minuciosos critérios para concretizar uma decisão cientificamente sólida com independência do MSC. Nenhum outro programa de avaliação da atividade pesqueira oferece o mesmo grau de transparência. Sabemos que algumas certificações recentes causaram controvérsias. Contudo, existe a evidência de que se obtém um verdadeiro beneficio ambiental, grande parte do qual responde ao desejo das empresas de obter certificados MSC.


A recuperação das existências de peixes da família gádidos do Alasca (como o bacalhau ou o badejo), a merluza Hoki ou neozelandesa, e os salmões de Colúmbia Britânica, no Canadá, são prova do adequado manejo dos pesqueiros. Em pesqueiros controversos, o processo do MSC ainda é necessário para permitir que os consumidores identifiquem as frotas que utilizam as melhores práticas. Embora tenhamos uma boa quantidade de coisas para comemorar, fica claro que muitas outras necessidades devem ser atendidas urgentemente, se quisermos garantir a saúde e a produtividade futuras de nossos oceanos. Isto só pode ocorrer com a ajuda de nossos sócios em todo o mundo.


Por: Rupert Howes é diretor-executivo do Conselho Internacional para a Gestão Pesqueira Sustentável (MSC, www.msc.org). Direitos exclusivos IPS.

Crédito da imagem: Fabricio Vanden Broeck/IPS


LINKS



Redes judiciais depredam anchoveta peruana

http://www.tierramerica.info/nota.php?lang=port&idnews=3683
Pescadores lançam um salva-vidas para a lagosta mexicana

http://www.tierramerica.info/nota.php?lang=port&idnews=3577
Tradição gastronômica esgota a pesca
http://www.tierramerica.info/nota.php?lang=port&idnews=3607
Cientistas chutam o tabuleiro da pesca sustentável
http://ipsnoticias.net/nota.asp?idnews=97245

Conselho Internacional para a Gestão Pesqueira Sustentável, em espanhol, inglês e outros idiomas

http://www.msc.org/


Artigo produzido para o Terramérica, projeto de comunicação dos Programas das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e para o Desenvolvimento (Pnud), realizado pela Inter Press Service (IPS) e distribuído pela Agência Envolverde.
http://www.envolverde.com.br/