quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Relatórios Zonas Umidas no Maranhão

Hoje é o Dia Mundial das Zonas Úmidas e o Maranhão celebra com uma Semana Estadual. Tendo participado da criação dos Sítios Ramsar no Maranhão, na qualidade de pesquisadora/colaboradora , de 1991-1997, junto a SEMA - MA e posteriormente, como um dos responsáveis pela síntese do litoral norte do Brasil, junto ao MMA estou disponibilizando aos interessados os documentos relacionados abaixo



Abraços lamosos e sustentáveis



1-REBELO-MOCHEL,Flávia.1996. Relatório Ramsar - versão preliminar - do Projeto Estudo ecológico dos manguezais do litoral ocidental maranhense (Ramsar  report - preliminary version - of the project “Ecological Study of the Mangrove  Wetlands in the Western Coast of the State of Maranhão”). Sema/Ma. 26 pág.


2-COURA, M.F. & REBELO-MOCHEL,F. 1997. Estudo ecológico dos manguezais do litoral ocidental do Estado do Maranhão - Fase 2: Subsídios para o planejamento da zona costeira (Ecological Study of the MangroveWetlands in the Western Coast of the State of Maranhão - Phase 2: Subsidies  for planning the coastal zone). Gerco/CPE/Sema - Ma. Projeto encaminhado ao SGF/Ramsar. 05 pág.


3- DIAGNÓSTICO PARA AVALIAÇÃO E AÇÕES PRIORITÁRIAS PARA CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE DA ZONA COSTEIRA-ESTUARINA DOS ESTADOS DO PIAUÍ, MARANHÃO, PARÁ E AMAPÁ

Documento elaborado por :

CLARA FERREIRA DE MELLO -UFPA
e- mail: clara@amazon.com.br

FLÁVIA REBELO MOCHEL - Dpto. de Oceanografia e Limnologia/
LABOHIDRO-UFMA
e- mail : fmochel@pobox.com

COLABORADORES􀂃

ODETE FÁTIMA MACHADO DA SILVEIRA- IEPA/AP
e-mail:osilveira@zaz.com.br

􀂃VALDENIRA FERREIRA DOS SANTOS-IEPA-IEPA/AP

􀂃 MARIA THEREZA PROST- Dpto de Ecologia/ MPEG/PA

e- mail : prost@museu-goeldi.br

􀂃AMILCAR MENDES- Dpto de Ecologia/ MPEG/PA

e- mail: amendes@museu-goeldi.br
e- mail: amendes@libinet.com.br

􀂃MARIA DE NAZARË BASTOS-MPEG/PA

􀂃IBAMA/PI


Profa Dra. Flávia Rebelo Mochel

Depto de Oceanografia e Limnologia

Universidade Federal do Maranhão

São Luís- BRASIL

__._,_.___
 
http://reentrancias-ma.blogspot.com/

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A Crise do escamoteamento da discussão sobre a Política Ambiental Nacional e a Estadual - a opinião do Sr. João Climaco - CNRH

Rio Pindaré/MA ( Foto: Teresinho Alves/Reentrâncias)

Sobre ultima plenária




A ultima plenária do CNRH de 16.12 foi marcada pela

tentativa de Golpe da coordenação da Mesa que secretariava

os trabalhos formada por agentes públicos do MMA sob a

coordenação do Secretário Nacional de Recursos Hídricos e

Ambiente Urbano , para evitar os pedidos de vistas da

representação das ONGs que se posicionou contra as

resoluções que "estabelece critérios para determinar vazões

remanescentes em rios " e a que cria o Plano estratégico das

Bacias das Margens Direita do Amazonas" tendo em vista a

nossa posição pela necessidade de mais adequações à

legislação ambiental e à lei 9433 e seus princípios de usos

múltiplos e participação social. Tais resoluções privilegiam

setores específicos, ferem os princípios da equanimidade e

da soberania do CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HIDRICOS e

excluem outras variáveis conforme havia sido todos

alertados por nosso seguimento desde a tramitação das mesmas

nas Câmaras Técnicas dessse CNRH.



O secretário queria porque queria mudar o regimento dentro

da própria seção para impedir o posicionamento da rep das

Organizações civis na plenária. Querem criar condicionantes

para uso do instituto regimental do direito de pedido de

viostas quando um conselheiro não se sente contemplado e

suficientemente esclarecido sobre a legalidade de uma

decisão. No que foi criticado e impedido pelo bom senso de

parte da plenária que não aceitaou tamanha ridicularidade e

demonstração de autoritarismo. O que pra nós era uma

ilegalidade e clara manifestação de autoritarismo e

desrespeito ao interesse público, para esses agentes

públicos era uma questão de "afirmação de competência" numa

conjuntura marcada pelas inseguranças naturais da

necessidade de afirmação dos mesmos frente a nova

conjuntura, para poderem permanecer ou não nos seus cargos.





A plenária foi marcada por uma série de maneirismos e

escamoteação no sentido de desqualificar a representação e

os pleitos da representação das ONGs com as atitudes

tendenciosas e desprovidas de legalidade da mesa condutora

dos trabalhos representando a Ministra de Meio Ambiente. Uma

vergonha , descredito e desrespeito as pessoas sérias que

nesses últimos treze anos vêm tentando construir e por em

prática princípios e diretrizes para uma política pública

que não foi instituída pelo PT e que estes, no final do

governo LULA, esmera-se em colocar pessoas sem estatura que

se orgulham e em adotar condutas inapropriadas e sem a

consistência que se requer de uma secretaria de um CONSELHO

de uma política pública do MMA. Um verdadeiro serviço sujo.



O instinto de sobrevivência burocrática e autoproteção são

única explicação para a acintosa atitude da mesa para

atender interesses de grupos corporativistas e

tecnocráticos que de tão inseguros protagonizaram cenas de

ridículo vista pelos movimentos sociais de todo o Brasil

através da internet. Foi a ausência de clareza e da

vergonha dos atuais responsáveis da SRHU para assumirem

publicamente sua missão perversa de por em prática o atual

projeto de desmonte dos instrumentos da POLITICA NACIONAL

DE RECURSOS HÍDRICOS. A ultima seção plenária do CNRH deu

oportunidade de surgirem comportamentos dessa natureza.

As vinculações e as atitudes subalternas desses atores ao

segmento governo desqualificam A CADA DIA a importância de

um conselho de Estado como o CNRH e Revelam ao publico a

ausência de firmeza de valores na tomada de decisões e

experiência na gestão da política de recursos hídricos. Os

atuais agentes gerentes da Secretaria de RECURSOS Hídricos

manobraram claramente para esvaziar a participação DA NOSSA

REPRESETNAÇÃO NAS VAGAS câmaras Técnicas já negociadas na

ctil.

O CNRH nesses últimos quatro anos, tornou-se um problema

para A ELITE GERENCIAL do GOVERNO que optou pelo caminho

aparentemente mais fácil de tentar flexibilizar obrigações e

normativos para os usos das águas públicas e rios

brasileiros. De fato temos um marco que referencia ESSA

DESILUZÃO que foi o momento que o Governo teve que ir contra

todos os princípios legais e o CBH São Francisco para

aprovar e desmontar as decisões das instâncias locais que

se posicionaram contra a forma da condução da transposição

desse Rio.

De lá para cá tem sido grande os esforços para se desmontar

resolução que definiam diretrizes para aplicação de

instrumentos legais que contenha reivindicações dos

movimentos sociais e princípios de descentralização e

fiscalização na tomada de decisão. Nessa ultima reunião do

Conselho a conduta deplorável do secretário em fugir de

encaminhamentos concretos acerca de nossos questionamentos

sobre as outorgas comprovadamente ilegais em MG foi risível

para não dizer trágico. Evitou-se a todo o momento

debaterem-se questões de interesses da sociedade para

atuar-se na regulamentação de institutos que beneficiam um

setor ou uma elite gerencial do governo. Resultado,

judicializamos a questão na esperança que a justiça se

imponha, pois essas pessoas pensam questão em um reino

encantado chamado SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HIDRICOS E

NÃO UMA POLITICA PUBLICA NACIONAL PARA GESTÃO DAS AGUAS

PÚBÇICAS BRASILEIRAS.



Este cenário agrava-se pela VISIVEL estratégia espúria de

desvalorizar o papel POLITICO DO CNRH, DOS CBHS EM NÍVEL

REGIONAL E LOCAL ATRAVÉS DOS MAIS diversos artifícios

tornando-os apêndices de ninhos de grupos de consultorias

associados aos empreendimentos de uso intensivo das águas

provocando nesses colegiados agendas pobres, destituídas de

Informação E AFIRMAÇÃO DAS DEMANDAS DA SOCEIDADE QUE DELES

PARTICIPAM.



De lá para cá o CNRH TEM SIDO alvo de constantes tentativas

dedesqualificação e desmobilização de seu caráter

deliberativo tanto pela incompetência proposital de membros

do governo escalados para secretaria-los em nome do MMA do

que pela ausência de acatamento das propostas da sociedade

para o cumprimento de sua verdadeira missão. Utiliza-se

irresponsavelmente a prerrogativa de ser maioria numérica

sem incorporar princípios legais da legislação das águas

constantemente alertados por nossa representação. O Governo

reforça o papel da ANA e esvazia a capacidade de formulação

do CNRH, sobretudo às vezes em que setores sociais sejam lá

através da representação das org. civis ou diretamente.

cobram algum posicionamento. Ai os grupos burocráticos e

tecnocráticos se apressam em esvaziar propostas e

desqualificar as demandas e seus atores. O CNRH DE FATO tem

revelado uma terrível contradição do Estado Brasileiro na

sua dificuldade de construir uma democracia de direito

participativa bem como a forma como este está subalternizado

por grupos desprovidos de valores da democracia e soberania

do país.



Pelo que se vivencia no CNRH, constatamos um exemplar

laboratório de construção de indisiocrasias políticas em

prejuízo à gestão colegiada e ao interesse público.



De fato o CNRH, os comitês de bacias estão sendo esvaziados

através do artificialismo de suas representações, pois é um

problema para os atuais governantes brasileiros

•. que não tem sido capazes de entender as imensas

possibilidades da gestão participativa na construção de

novos valores, novos processos e um estado democrático. E

que também não poderia ser de outro jeito quando se trabalha

com um bem especial que são as águas do povo. Todas as vezes

que algum CBH ou representação social que neles qualificam e

politizam demandas de interesse público.

O que aconteceu na plenária do CNRH aponta e desmascara qual

o papel e sensibilidade do governo em relação ao futuro das

águas e dos rios do país. Desmascara uma ignorância e

desconhecimento dos atuais gestores oriundos do segmento do

saneamento nomeados pelo MMA para secretariar o CNRH

revelando o grau de desimportância e desconhecimento dos

princípios da gestão das águas de forma compartilhada e

democrática.



O CNRH É FORMADO POR 58 MEMBROS sendo que apenas dois

representa as organizações civis que marcam posição contra

retrocessos cada vez mais evidentes que são tentados a todo

tempo e justificados paradoxalmente pelo próprio

desvirtuamento do mesmo.



O que está acontecendo com a POLITICA NACIONAL DE RECURSOS

HIDRICOS é uma vergonha... ela está travada ...e os atores

governamentais preferem apelar para artificio do

burocratismo autoritário tecnocrático PARA FERIR DIREITOS e

agredir a inteligência da sociedade brasileira. O Brasil

ainda no regime militar gerou o AUTORITARISMO BUROCRÁTICO

que, ao que parece nele se espelha esse comportamento. Se

não fosse o combate sistemático da soc brasileira e seus

movimentos a esse tipo de comportamento, seria muito mais

difícil a história ter andado... como andou ..e nos

desvencilharmos dessa versão de dominação perpetrada por

esses grupos; Em função disso estamos cumprindo uma nobre

missão ao país contra esse retrocesso.



Esses patrimonializam e demonizam o Estado, encarece o

trabalho de todos; travestidos de várias siglas inclusive as

do PT, OU escondendo-se SEJA LÁ em QUE, continuarão se

aproveitando da desinformação da cultura da água infinita,

continuarão torturando a democracia e o patrimônio

Hídrico brasileiro.



Nós estamos lá no CNRH. De olho nesse laboratório perverso

e que em 2011 possamos ter condições para mostrar a

sociedade brasileira por que, a mercê da continuidade desse

processo de esvaziamento políticos dos princípios das leis

ambientais e de recursos hídricos e dos colegiados, daqui a

10 anos ou mais, já não poderemos ter a maioria das

espécies de peixes... e o acesso a água ficará caro como uma

solução desejada por poucos, um problema que gerará uma

grande movimentação de capital, onde poucos ganham e muitos

perderão tais como as comunidades tradicionais, as

populações ribeirinhas, as comunidades urbanas de periferia.

O problema está nos meios (que são as instâncias de tomada

de decisão) e não um fim imaginário e reacionário A mercê

do ritmo em que os processos políticos se estabelecem e como

se estabelecem no país atualmente.



Por: Joao Clímaco - Conselheiro do CNRH
http://www.fonasc.org.br/

Cooperativa de Reciclagem de Lixo em São Luís/MA

Bom dia pessoal!


Nós que defendemos a agroecologia e a economia solidária e que sonhamos e falamos de sustentabilidade, precisamos ter atitudes diferentes e contribuir com a defesa do nosso planeta e coisas simples pode ser uma atitude diferente, como por exemplo dar um destino diferente ao lixo que produzimos.

Já observamos a quantidade de lixo que produzimos por dia(papel, plastico, metal e outros)? Qual o destino que damos para esse lixo? Por não reciclar? Podemos dizer que em nossa cidade não temos coleta seletiva. Mas podemos fazer um esforcinho um pouquinho maior e separar e acumular o lixo e entregar no final do mês a um grupo de economia solidária que faz a reciclagem como meio de diminuir o impacto ao meio ambiente e gerar renda. Vai uma sugestão! As pessoas e o planeta Terra agradecem cada ato de generosidade que fazemos, cada pouquinho, junto com vários outros pouquinhos das pessoas faz toda diferença!



A Cooperativa aqui de São Luis que recebe o lixo para reciclagem.

O endereço para entrega de materiais para reciclagem é: Av Central, q 06, casa 07, RESIDENCIAL JOÃO DO VALE - AURORA.

Responsável: Ligia

E-mail- comtrab@yahoo.com.br.
 
 
 
 
 
 

Por: Jordânia Pessoa - Associação Agroecológica Tijupá
http://reentrancias-ma.blogspot.com/



-----------------------------------------------------------------------

Alguns comentários sobre a informação:

1- é importante termos essas informações sobre os locais e quais orgsnizações desenvolvem trabalhos sobre reciclagem e coleta seletiva ecologicamente correta.


Jordania obrigada pelas informações.

Eunice Costa Nunes
 
2- Oi pessoal da Tijupá e do Fórum Carajás,


Essa é uma das principais questões. Tenho colocados os plásticos no supermercado Hiperbompreço do São Francisco de Cajazeiras. Lá eles recebem e os coletores vaõ depois buscar os materiasis.

Mas, é preciso lavar e seprar vidros de plásticos e couros.

Todas semana tem. Isso me faz pensar o quanto o problema é grave.

Luís Câmara - GT Ambiental e CIEA-MA.

 
 
http://reentrancias-ma.blogspot.com/

Teremos tempo de responsabilidade ambiental na casa de Bequimão ?

Rio Periá em Humberto de Campos/MA  ( Foto: Edmilson Pinheiro)

Alguns parlamentares estaduais maranhenses torcem o nariz enquanto outros concordam, às vezes quando lhes é afirmado, de que o interesse internacional, nacional, estadual e municipal pela questão Meio Ambiente e Recursos Hídricos, de modo estranho e muito suspeito não mereceu há mais de duas décadas a efetiva atenção da Casa de Bequimão, refletindo essa omissão no aumento das estatísticas de doenças geradas pelo descompromisso legislativo do Maranhão, bastando observar a realidade nos 217 municipios ligadas às questões sanitárias, residuárias tóxicas e altamente tóxicas, além das praticas primarias do agronegócio.

Muitos dos parlamentares deste estado têm fazendas ou estão ligadas a estas fabricas de dinheiro, e/ou são acionistas de indústrias, e não a toa são amigos de grandes empresários e industriais, bastando verificar nas informações cedidas pelo T.R.E.-MA, em relação a origem e os beneficiários das doações de campanhas eleitorais, quase que na totalidade doadores causadores da degradação, poluição e contaminação ambiental, hídrica e atmosférica neste estado, levando a uma comungada conclusão pela opinião pública, de ser esta uma antiga pratica eleitoreira, em nome de uma retribuição pela falta da competente fiscalização legislativa.

Outro fator diz respeito a não exigência por parte do Legislativo estadual, quanto a não obrigatoriedade para que todos os 217 deste estado dêem maior importância à política publica Meio Ambiente e Recursos Hídricos, e que não continue esta política publica agregada a qualquer Secretaria municipal, a exemplo de Saúde, de Infraestrutura e de Educação, bastando que a Casa de Bequimão alegue que Recursos federais estão a disposição para ações ambientais e hídricas, desde que uma especifica pasta de governo, os administre.

A própria constatação de danos ambientais e hídricos, geralmente favorecendo donos e prepostos de medias e grandes Construtoras nos 217 municipios deste estado demonstra por si só, que a política de Meio Ambiente e de Recursos Hídricos em 90% deles, estranhamente está agregada as Secretarias municipais de Infraestrutura, e suspeitamente adotando a pratica de exclusão da realização de Audiências Públicas que avalizariam ou não as construções, talvez porque envolveria vários Movimentos Sociais, defensores em comum da preservação das Matas Ciliares, dos Rios e de Nascentes, uma fato que iria contrariar o ganho fácil das Construtoras, porque as compensações ambientais não são exigidas como deveriam.


O funcionamento por força de Lei, das Secretarias de Meio Ambiente e Recursos Hídricos em todos os municipios maranhenses, na pratica obrigaria a inclusão dessas duas questões no Plano Diretor Estratégico, além de fazê-las constar num Código especial, sabendo-se que na grande maioria desses municipios, estas diretrizes se existem não incluem a questão Meio Ambiente e Recursos Hidricos.


Oxalá possam os novatos parlamentares assentados na Casa de Bequimão, demonstrar na pratica que abraçarão a causa Meio Ambiente e Recursos Hídricos, exigindo a posse imediata dos Conselheiros estaduais para essas duas políticas públicas, independentemente da chiadeira de industriais, de construtores ambiciosos, e de servidores públicos facilitadores.
 
Por: Pedro Gomes
Movimento Democrata Livre de São Luís
e-mail: frecom_tp@hotmail.com)
 
http://reentrancias-ma.blogspot.com/

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

El Día Mundial de los Humedales, 2011

El 2 de febrero de cada año es el Día Mundial de los Humedales y en él se conmemora la fecha en que se adoptó la Convención sobre los Humedales, el 2 de febrero de 1971. Desde 1997, todos los años organismos oficiales, organizaciones no gubernamentales y grupos de ciudadanos de todos los niveles de la comunidad han aprovechado la oportunidad para realizar actos y actividades encaminados a aumentar la sensibilización del público en general acerca de los valores de los humedales y los beneficios que reportan en general y la Convención de Ramsar en concreto.





Los humedales y los bosques es el tema del Día Mundial de los Humedales de 2011, que se eligió porque justamente 2011 es el Año Internacional de los Bosques proclamado por las Naciones Unidas.


Nuestro lema es sencillo – Bosques para agua y humedales – y nos permite pensar en el ‘gran lugar’ que ocupan los bosques en nuestras vidas, por ejemplo:



Los humedales arbolados y los beneficios singulares que aportan. Manglares, bosques de ciénagas de turba, bosques de ciénagas de agua dulce: biológicamente diversos, nos ayudan a administrar el agua dulce y nos prestan otros muchos ‘servicios’ en todo el planeta, entre otras maneras desempeñando funciones vitales en el almacenamiento del carbono. Son nuestros aliados frente al cambio climático. A pesar de su utilidad, se encuentran muchas veces bajo la amenaza del desarrollo y la urbanización, el drenaje y la transformación del uso de las tierras.



El papel de los bosques –húmedos o no – en nuestras vidas, y por qué importa ocuparse de ellos. Vital para todas las vidas humanas, la disponibilidad de agua dulce a escala mundial depende de nuestros bosques. Lo mismo que, en gran medida, la cualidad del agua dulce.


El papel de los bosques en cómo funcionan nuestros humedales. No tiene ningún misterio: la salud de nuestros humedales, arbolados o no, está vinculada a la salud de los bosques de nuestras cuencas de captación. La pérdida y la degradación de los bosques hace que se pierdan y degraden humedales.


No podemos arreglárnoslas sin los bosques, ya sean bosques terrestres o humedales arbolados, por las funciones esenciales que desempeñan en nuestras vidas – agua, alimentos, medios de vidas, actividades de ocio… y mucho más.


¿Qué hemos producido para el Día Mundial de los Humedales de 2011?


Al igual que en años anteriores, la Secretaría de Ramsar está distribuyendo materiales (en inglés, francés y español) que esperamos que sean útiles para Ud. y sus actividades del DMH. El envío básico contiene:

Carteles y pegatinas sobre el tema en formato impreso y en formato imprimible, en el CD

Un folleto a todo color preparado en colaboración con el Foro de las Naciones Unidas sobre los Bosques, para los organizadores de eventos, para alentar y ayudar a la organización de eventos del DMH que estén relacionados con los bosques, los humedales y los humedales de bosque en un contexto nacional o local.

Un actividad práctica para los niños de todas las edades: una máscara de libélula para hacer uno mismo (se incluye una hoja de instrucciones). Necesitará pegamento, cuerda, entusiasmo y unos dedos hábiles.

Los materiales del DMH pueden ser descargados aquí:

DMH 2011 cartel (21 MB), pegatina (670 KB), folleto (30 MB), tira cómica (12 MB) y máscara (versión en 3 idiomas).



El primer envío de estos materiales en un CD y de un ejemplar impreso del poster y folleto y pegatinas se está llevando a cabo a inicios de octubre de 2010, también puede asegurarse de recibir los materiales contactando la Secretaría (wwd@ramsar.org) – no olvide indicarnos su dirección postal y qué idioma prefiere.


Animamos a todo el mundo a que considere la posibilidad de personalizar e imprimir nuestros materiales a partir de los ficheros de los diseños originales, que tendremos el placer de suministrarle en DVD. Esto le ofrece numerosas ventajas, a saber: permitir que las imágenes y el texto sean los adecuados a su propia situación particular; traducir el texto a su idioma local o nacional; imprimir muchísimas más copias de las que nunca podríamos llegar a suministrar -- Vea algunos ejemplos recientes aquí. ¡Escribanos cuanto antes! a wwd@ramsar.org si desea recibir los ficheros de los diseños y no olvide incluir su dirección de correo completa.
 
Por: Secretaria Ramsar
http://www.ramsar.org/

Diagnóstico geoambiental e socioeconômico da cidade de Raposa, MA, Brasil

Mapa das bacias hidrográficas da ilha Upaon-Açu, MA. Fonte: BEZERRA, D. S. (2008) adaptado por COSTA DA SILVA, L. J.



Estudo do Espaço Geográfico da Cidade de Raposa(MA)
O município de Raposa possui uma das maiores colônias de pescadores do Estado do Maranhão, consolidando-se a pesca, como a principal atividade econômica do município, atingindo uma renda anual de 7,1 milhões de reais e correspondendo a quase 10% do faturamento total do Estado nesse ramo da economia.

A problemática da relação saúde e ambiente tem sido bastante discutida e pesquisada por diversos autores nas últimas décadas. No entanto, continua a ser fruto de investigações no campo das ciências da saúde e ambientais.

Ao analisar a relação saúde e ambiente, a partir da situação de insalubridade detectada na investigação ambiental feita na cidade de Raposa, dos resultados estatísticos obtidos através de questionamentos socioeconômicos e sanitário-ambientais feitos aos munícipes e das análises bacteriológicas da água.

Veja o trabalho na íntegra: http://neysilvaonline.blogspot.com/p/diagnostico-geoambiental-e-socio.html



Por: Ney Silva

http://neysilvaonline.blogspot.com/

COGMANGLAR Guatemala resibe la Secretaria Ejecutiva de REDMANGLAR INTERNACIONAL 2011-2013

                                     Reunión COGMANGLAR yJunta Directiva de ASPROCIG



Del 7 al 13 de Noviembre una delegación de COGMANGLAR Guatemala conformada por Carlos Salvatierra, José Luis Leiva Gómez y Sergio de Jesús Maldonado Reyes, viajaron hasta Santa Cruz de Lorica, departamento de Córdoba


COGMANGLAR-ASPROCIG

Para recibir oficialmente de la Asociación de productores para el Desarrollo Comunitario de la Ciénaga Grande del Bajo Sinu ASPROCIG, documentos, informes, procedimientos, prácticas administrativas de la secretaria ejecutiva saliente de Redmanglar Internacional 2007-2010.


Esta visita es imprescindible por que permitirá que los equipos de trabajos salientes y los entrantes tengan un registro de cada una de las acciones desarrolladas, y además de garantizar la continuidad de los proyectos, los resultados a largo plazo y una toma de decisiones basada en los antecedentes.


Visita a Comunidades de ASPROCIG en la Zona Delta del río Sinú
En el marco de la visita de los compañeros de COGMANGLAR, se programaron recorridos a las distintas zonas donde ASPROCIG tiene su radio de acción para conocer y conversar sobre la problemática que enfrentan las comunidades y sus propuestas de adaptación a los diferentes escenarios



Esta actividad finalizó el 13 de Diciembre con la recepción de la documentación.


¡Les deseamos muchos éxitos a l@s compañer@s de Guatemala!

ASPROCIG Secretaría Ejecutiva 2007-2010

asprocig@asprocig.org
http://www.redmanglar.org/