sábado, 22 de junho de 2013

Socó-jararaca: nome peculiar para uma ave peculiar

Tigrisoma fasciatum, o Socó-jararaca. Foto: Dick Culbert
As aves da ordem Ciconiiforme se caracterizam por habitar preferencialmente zonas costeiras, ou perto de lagos, rios ou estuários, embora também inclua aves terrestres. Características comuns são suas patas longas e sem penas e o pescoço comprido. As patas comumente terminam em quatro dedos, dispostos como três para a frente e um para trás, sem membrana interdigital própria à natação. As asas são grandes e alongadas.

Seus membros mais famosos são as cegonhas, as garças e os íbis. Assim sendo, neste breve artigo dará atenção a outro, não tão conhecido do púbico e da ciência: o Tigrisoma fasciatum.

A espécie se distribui por uma extensa região, que engloba desde as partes centrais do Brasil (MT e GO) até o Sul (RS) e no nordeste da Argentina. Entre nós conhecido pelos nomes de socó-boi-escuro e socó-jararaca (apelido que prevalece no estado do Paraná), habita rios e córregos límpidos de florestas primáriassecundárias e também já foi observado em rios na região de Cerrado do Estado de Goiás.

Trata-se de uma espécie tímida: os socós-jararaca alçam voo assim que notam a presença humana, às vezes emitindo um grito crocitante e seguindo pelo curso do rio, desaparecendo rapidamente, protegidos pela vegetação densa.

Alimenta-se de toda a sorte de pequenos organismos que vivem em ambientes fluviais, preferindo peixes de pequeno porte, mas também insetos e larvas diversos e talvez moluscos, crustáceos, anfíbios e pequenas cobras. Além de tímidos são solitários, pouquíssimo se sabe sobre a sua biologia reprodutiva.

O socó-jararaca atinge entre 61 e 71 cm de altura, caracterizado por uma pela plumagem dorsal escura na qual a cor negra, finamente barrada de branco. O ventre é branco com tons amarronzados nos lados da barriga e uma linha irregular amarronzada que transpassa o centro de seu longo pescoço. A íris é amarela, a região periocular e a base do bico são verde-amareladas muito chamativas e os patas são curtas e verdes. Quando jovens são marrom-acastanhados, com manchas de vários tamanhos e formas dispersos pelo corpo, mas com a região ventral clara, sendo notável a linha branca que percorre todo o pescoço, contrastando com o colorido lateral.

A especificidade de hábitat do Tigrisoma fasciatum faz com que perturbações, mesmo pequenas, causem redução de contingentes populacionais de áreas de ocorrência original por redução de recursos alimentares disponíveis (redução da população de peixes), modificação de estrutura física do hábitat (a poluição dos rios e o represamento para hidrelétricas) e mesmo afugentamento.

Embora seja considerada pela Lista Vermelha da IUCN como Pouco Preocupante pela baixa taxa de queda populacional e a extensa área geográfica, no Brasil, de acordo com o ICMBio, as ameaças mostradas (e outras mais) são suficientes para classificá-la com Em Perigo.
Rafael Ferreira
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Governo publica plano de proteção para 52 espécies de peixes

Além dos peixes, a rã Physalaemus soaresi também é alvo do projeto .Foto: L. N. Weber
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) publicou na edição desta quinta-feira (20) do Diário Oficial a portaria que apresenta o Plano de Ação Nacional (PAN) para a Conservação de 52 espécies de peixes e uma de anfíbio, todas ameaçadas de extinção. O plano tem validade de 5 anos e o andamento da execução será avaliado anualmente.

As 52 espécies de peixes agora protegidas são da família rivulídeos, uma das quatro mais diversificadas entre as 39 famílias de peixes de água doce do Brasil. É formada por peixes muito pequenos, que vivem em ambientes aquáticos muito rasos, como poças.

São conhecidos como peixes anuais, porque sobrevivem nos tempos chuvosos e na época de seca, quando a poça seca, morrem. Como possuem um ciclo de vida curto, atingem rapidamente a maturidade sexual: “No ano que vem, volta a chover, volta a existir a mesma poça. E voltam os mesmos peixes. Quer dizer, não os mesmos, mas os descendentes daqueles, que ficaram reservados em ovos na terra, como sementes, durante todo o período seco. Quando chove, eles eclodem. E recomeça o ciclo” explica Lorenzo Aldé em reportagem publicada em 2005 aqui em ((o))eco.  A matéria focou as descobertas do professor Wilson José Eduardo Moreira da Costa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), considerado o mais importante especialista sobre rivulídeos do país.   

Rã também entra no plano
O anfíbio que também entrou no plano de ação é o Physalaemus soaresi, a rã endêmica só encontrada na Floresta Nacional Mário Xavier, em Seropédica, no Estado do Rio, e que ficou conhecida por ser ameaçada pelas obras do chamado Arco Metropolitano, rodovia que liga as cidades de Itaboraí, Guapimirim, Magé, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Japeri, Seropédica e Itaguaí.  Após muita polêmica, o projeto do Arco foi modificado.

Caberá ao Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Peixes Continentais (CEPTA), unidade especializado do ICMBio, a Coordenação do Plano de Ação (PAN) Rivulídeos, que estabelece a proteção dos habitats remanescentes na região de distribuição das espécies, impedindo que sejam “alterados ou suprimidos em decorrência de atividades agrosilvopastoris, da implantação de empreendimentos (como barragens, açudes, rodovias, parques eólicos, portos, complexos hoteleiros e outros) e da urbanização”.

O plano também prevê a divulgação dos estudos que serão realizados e contará com o apoio dos órgãos ambientais das três esferas (federal, estadual e municipal) para a adoção de medidas de proteção das espécies e seus habitats durante “ações de planejamento, licenciamento, fiscalização, monitoramento e controle”.

A relação das 53 espécies pode ser lida neste link do Diário Oficial.

((o))eco
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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Surucucu: a Dona da Noite



A lenda da tribo Sateré Mawé diz que, depois de criado o mundo, faltou a noite para que pudessem dormir. O índio Uánham, então, decidiu pedir à Surucucu que lhe desse, sabendo que era a Dona da Noite. Levou consigo presentes tentando comprá-la, mas foi recusado repetidas vezes, porque exigiam o uso de pernas e braços, o que a surucucu não tem. Enfim, o índio levou venenos, que a cobra ainda não tinha. Satisfeita, ela lhe concedeu a primeira noite numa cesta, com a recomendação de que só fosse aberta em casa. Uánham desobedeceu a recomendação e a noite escapou.

O índio voltou com mais veneno para Surucucu, em troca da Grande Noite, porque a noite havia sido muito curta. A surucucu, para formar a grande noite, misturou jenipapo com todas as imundícies que encontrou. E é por isso que, quando acordamos, somos letárgicos e temos mau hálito...

Lendas à parte, a surucucu (Lachesis muta) é a maior serpente venenosa do hemisfério ocidental e uma das maiores do mundo, podendo atingir até 4,5m de comprimento e suas presas medem 3,5cm. Pode ser encontrada em toda a América do Sul (incluindo a ilha de Trinidad, na República de Trinidad e Tobago).

No Brasil, habita florestas densas, principalmente na Amazônia, mas há registros de sua presença em áreas isoladas de resquícios de Mata Atlântica dos estados do nordeste, do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.

A vocação para mito está até em seu nome científico, Lachesis mutaLachesis é uma referência aLáquesis, uma das Moiras, as três irmãs da mitológia gregas que decidiam o destino dos seres humanos e deuses. Muta ("muda" em latim) faz referência à vibração da sua cauda que, similar à da cascavel, se diferencia por não ter ruído. Ainda é conhecida por outros nomes, a depender do local: shushúpe (Peru),pucarara (Bolivia), cuaima (Venezuela), verrugoso (Colômbia) e in makka sneki ou makkaslang (Suriname). Aqui, atende por surucucu pico-de-jacasurucutingasurucucutingasurucucu-de-fogo e cobra-topete.

Sua cabeça é larga, se distinguindo do pescoço estreito. O focinho é arredondado. Seu corpo é marrom e marcado com formas losangos marrom-escuros, revestidos por faixas esverdeadas. Sua cauda não tem guizos, como a cascavel, mas quando esfregada contra a folhagem, um pequeno osso que possui no extremo da cauda produz um som. A surucucu dá sinal de que está incomodada: de comportamento agressivo, não aprecia invasores em seu território. 

Um animal de hábitos noturnos, se alimenta de pequenos animais e roedores. L. muta é capaz de identificar os animais que caça pelo calor, seguindo o seu rastro térmico. Este acurado sensor de calor é a membrana que reveste internamente as fossetas loreais (orifícios entre as narinas e os olhos). A espécie se reproduz entre os meses de outubro e março. o período de incubação dos ovos é de 76 a 79 dias (em cativeiro).

Lachesis muta é comum nas suas áreas de ocorrência. Em contrapartida, a Lachesis muta rhombeata, uma subespécie endêmica da Mata Atlântica, caracterizada pelo corpo amarelo com desenhos negros, está ameaçada de extinção. A queda populacional desta subespécie se deve à redução e fragmentação do seu habitat em razão do desflorestamento. Ela está classificada como Vulnerável na Lista Vermelha daInternational Union for Conservation of Nature and Natural Resources (IUCN).


Rafael Ferreira
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II Encontro Nacional das Comissões Estaduais para a Erradicação do Trabalho Escravo

sábado, 8 de junho de 2013

Dia mundial dos oceanos: Nos vemos em 2015

É triste passar por uma data comemorativa sem as devidas lembranças e comemorações. Mais triste ainda é não conseguir se lembrar do que comemorar.

No ano passado, nessa mesma data, organizações da sociedade civil, academia e governos, se reuniam no Rio de Janeiro, nas prévias da Conferencia Mundial do Desenvolvimento Sustentável, mais conhecida porRio+20.

Via-se ali milhares de pessoas discutindo a importância da preservação dos mares e dos oceanos no mundo todo. Via-se ali, ativistas, militantes e pessoas comprometidas com um grande volume de água salgada que cobre simplesmente 70% do planeta Terra.

Os oceanos são fonte de vida e exercem um papel fundamental na vida de 7 bilhões de seres humanos. Muitas pessoas dependem diretamente dos oceanos para alimentação, lazer, deslocamento e também para sua sobrevivência. Nas palavras de Irina Bokova, diretora-geral da Unesco: “Os oceanos são um recurso incomparável, pois eles tornam todo o resto possível. Sua imensa diversidade biológica contribui para a beleza do mundo, e nós devemos aliar nossas forças para protegê-los”.

Era esse o objetivo de todas aquelas pessoas, comprometidas, reunidas no Dia dos Oceanos, um ano atrás, na cidade maravilhosa – exigir ações efetivas para proteção. O texto final, acordado por consenso pelos representantes governamentais presentes, ficou vago. Trouxe uma série de considerações e reafirmações, mas pecou pela generalidade e falta de compromisso dos governos. Decepcionou e adiou as ações efetivas para 2015.

Vazio depois da Rio+20

“de lá para cá, nada mudou. Nenhuma Unidade de Conservação de proteção integral marinha foi criada”
O Brasil assinou o documento final da Rio+20, “O futuro que queremos”, em que se comprometia, junto com os demais países, a se preparar para adotar ações que visassem a recuperação dos estoques pesqueiros, a proteção dos ecossistemas mais vulneráveis, a criação de áreas marinhas protegidas e a restauração da saúde dos oceanos, entre outras ações.

Mas, de lá para cá, nada mudou. Nenhuma Unidade de Conservação de proteção integral marinha foi criada, a desgovernança pesqueira continua levando estoques de peixes a níveis de sobre exploração, o saneamento básico das cidades costeiras estagnou e a poluição dos mares aumentou. E, o pior de tudo isso, a sociedade civil não está integrada e engajada o suficiente para mostrar o senso de emergência aos tomadores de decisão fora dos grandes eventos e datas comemorativas.

Faz-se necessário a construção de uma agenda, positiva e propositiva, a fim de complementar o arcabouço existente e que venha a contemplar não apenas a zona costeira e suas 12 milhas náuticas, mas sim, que englobe a área marinha em toda a sua extensão de 200 milhas náuticas. Esse instrumento é necessário para que em 2015 o Brasil esteja preparado para mostrar liderança nos compromissos com a conservação marinha. É necessário um aprimoramento da Lei, é fundamental uma Lei do Mar.

Datas comemorativas não servem para que somente naquele dia sejam anunciadas boas práticas, mas para lembrar que algo importante não pode ser esquecido. Espera-se que no dia 8 de junho de 2015 a gente tenha muito a comemorar. 

Espera-se que até lá o Brasil seja capaz de assinar uma Lei do Mar, construída de forma participativa, transparente e que possa compatibilizar os interesses de uma potência emergente com a preservação da biodiversidade marinha – tão importante para a nossa sobrevivência. 

 *Leandra Gonçalves, é bióloga, mestre em Biologia Animal e Doutoranda em Relações Internacionais pela Universidade de São Paulo. Atualmente trabalha na Fundação SOS Mata Atlântica, no programa Costa Atlântica.       

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Guia: as aves da Amazônia


Desde 2010, o fotógrafo Renato Rizzaro e sua esposa Gabriela Giovanka têm elaborado cartazes sobre as aves nacionais, baseados nas fotografias e pesquisas realizadas nos últimos 10 anos em expedições pelos biomas brasileiros. A ideia da dupla é percorrer os biomas brasileiros e desenvolver um pôster para cada ecossistema. 

Até agora, lançaram os pôsteres Aves da Mata Atlântica, em 2010, e Aves do Pantanal, em 2012. No segundo semestre de 2012, o casal foi ao Amazonas e o resultado é o mais recente pôster “Aves da Amazônia”, com 74 espécies de pássaros da região. Como nas edições anteriores, as fotos são de Renato Rizzaro, que também tratou as imagens; Gabriela Giovanka fez a revisão bibliográfica e Vítor Piacentini, a revisão científica. O apoio institucional é da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental - SPVS.

Nesta edição, o pôster da Amazônia contou também com o apoio de 5 fotógrafos, que cederam 7 imagens para o projeto: Dalci Oliveira, ornitólogo e professor da Universidade Federal de Mato Grosso, cedeu a foto do Ferreirinho-de-sobrancelha (Todirostrum chrysocrotaphum); Edson Endrigo, reconhecido fotógrafo e guia ornitológico, participou com as fotos da Aribamba-do-paraíso (Galbula dea) e Saíra-ouro (Tangara schrankii); Edson Vargas Lopes, professor/ornitólogo da Universidade Federal do Pará, cedeu as fotos do Macuru-de-testa-branca (Notharchus hyperrhychus) e Rapazinho-de-colar (Bucco capensis); Gilberto Nascimento, guia e guarda-parque do PARNA do Amazônas, participou com a Ararajuba (Guaruba guarouba) e Thiago Orsi Laranjeiras, que cedeu a imagem do raríssimo Fura-flor-grande (Diglossa major).

O projeto nasceu de um desejo do casal de apresentar as aves para alunos do ensino fundamental por todo o país, reproduzindo um trabalho já desenvolvido por eles na Escola de São Leonardo e no Programa de Erradicação do Trabalho Infantil-PETI, em Santa Catarina. Hoje, além das fotos que compõem os pôsteres, eles realizam com as crianças dos locais que visitam a atividade “Roda dos passarinhos”, onde ensinam - e aprendem -, sobre pássaros do bioma local e do resto do país. 

Os pôsteres podem ser adquiridas via email ou por correios. O custo é de 30 reais (mais frete) pelo pôster Aves da Amazônia, com descontos na compra de edições anteriores. Todos os pôsteres têm alta qualidade de impressão, detalhes em cores vivas, nomes científicos e populares das aves e possui a opção bilíngue (inglês/português). Os valores arrecadados com as vendas colaboram com as futuras expedições.

Clique nas imagens para ampliá-las e ler as legendas


*editado: 04/06 - às 08h30
((o))eco
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Meio Ambiente: Programa Assentamentos Verdes é apresentado em oficina do Incra no Maranhão


Na semana do meio ambiente, a Superintendência Regional do Incra no Maranhão realiza até esta quinta-feira (7), a oficina sobre o Programa “Assentamentos Verdes.” A oficina é realizada na sede da Superintendência, no bairro do Anil, e tem como público os servidores da autarquia.

O Programa “Assentamentos Verdes”, também é denominado de Plano de Prevenção, Combate e Alternativas ao Desmatamento Ilegal em Assentamentos da Amazônia Legal (PPCADI) e foi criado em novembro de 2012. O objetivo do programa é a execução integrada de ações do Incra/MDA com instituições parceiras públicas e privadas e com movimentos sociais do campo que visem prevenir, combater, e executar alternativas ao desmatamento ilegal em assentamentos de reforma agrária na Amazônia Legal.

Todas as Superintendências do Incra que atuam nos Estados situados na Amazônia Legal, como Maranhão, Pará, Amazonas, Rondônia, Roraima, Amapá, Acre, Mato Grosso, Tocantins e Goiás integram o Programa que será executado até 2015. No Maranhão a oficina está sendo ministrada pela engenheira agrônoma, Anida Dominici, que também é chefe do Serviço de Meio Ambiente e Recursos Naturais do Incra-MA. De acordo com Anida, serão incluídos 44 projetos de assentamento maranhenses no Programa Assentamentos Verdes, com ações orientadas em quatro eixos: valorização de ativos ambientais e de atividades produtivas; a recuperação de passivos ambientais com geração de renda e segurança alimentar para as famílias; a regularização fundiária e ambiental via Cadastro Ambiental Rural (CAR), por unidade familiar; além do monitoramento e controle ambiental.

Na avaliação do superintendente regional do Incra-MA, José Inácio Rodrigues, a realização da oficina contribui para reforçar ainda mais as ações voltadas a preservação ambiental nas áreas com desmatamento, especialmente no estados da Amazônia Legal, onde a questão ambiental torna-se prioridade. “Pesquisas apontam uma redução na taxa de desmatamento nas áreas de assentamento na região da Amazônia Legal. Isso demonstra que estamos no caminho certo, quando investimos em ações ambientais.A oficina reforça este compromisso e tenho certeza que iremos ainda avançar muito mais neste aspecto”, comentou.

Assistência Técnica

Em comemoração ao Dia do meio ambiente a Associação Agroecológica Tijupá, empresa que presta assistência técnica nos assentamentos do Incra-MA, está realizando esta semana oficina com diversas atividades voltadas à preservação do meio ambiente para as crianças e jovens das escolas do PA Pedra Suada, no município de Cachoeira Grande.

http://zeinacio.com.br/