Um dos grandes problemas da humanidade no Século 21 vai ser a disponibilidade de água potável para suprir as necessidades básicas da população. De acordo com o artigo 2 da Declaração Universal dos Direitos da Água, “A água é a seiva do nosso planeta. Ela é condição essencial de vida de todo vegetal, animal ou ser humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura”.
1610 A importância da água: uma análise holísticaAtualmente, 884 milhões de pessoas não têm acesso ao fornecimento seguro de água doce, enquanto a ONU (Organização das Nações Unidas) estima que até 2030 mais da metade da população mundial viverá em áreas com alto risco de escassez.
Como é fácil deduzir, a água, além de ser indiscriminável quando é o suporte móvel da vida no planeta Terra, tem de ser também paradoxalmente seletiva quando participa diretamente da ecologia humana, quando lhe são exigidos requisitos que configuram com clareza meridiana a estratégia da segurança sanitária no contexto ambiental.
Este líquido maravilhoso funciona como regulador térmico por causa de seu calor específico, e sua importância, como fator ecológico, advém da igualdade entre as forças de coesão e repulsão de suas moléculas, das variações de densidade que é capaz de apresentar, de sua acidental mobilidade e de sua solubilidade.
As principais aplicações da água podem se inseridas em duas classes tão importantes quanto distintas: água para residências e para uso exclusivo da indústria.
Do ponto de vista ecológico e sanitário, a água para as habitações é mais considerável, pois se revela como alimento imprescindível, ou seja, aquele que permite ao homem sobreviver em um planeta onde o clima já perdeu a coerência, além de se apresentar como determinante universal no exercício da higiene.
A agricultura é responsável pelo consumo de 70% da água doce no mundo em comparação com 17% para a indústria e 13% para uso doméstico e municipal. Muitas medidas e técnicas relacionadas a irrigação e a como a água é aplicada na agricultura podem ser aperfeiçoadas, o que mais uma vez ajudaria a acabar com a lacuna entre oferta e demanda (McKinsey, Charting our Water Future: Economic Frameworks to Inform Decision-Making, 2009). Na China, por exemplo, os métodos de custos mais baixos são medidas de eficiência industrial e estão distribuídos entre os setores de energia térmica, reúso de água servida, celulose e papel, têxtil e do aço. Na Índia, as medidas de eficiência são aplicadas principalmente na agricultura, em que o aperfeiçoamento da métrica “produção por gota” nas produções agrícolas irrigadas e alimentadas pela chuva pode conseguir economias maciças. O aperfeiçoamento desta métrica é particularmente pertinente nesta região, dado o impacto em potencial que os glaciares do Himalaia podem ter sobre o fornecimento sazonal de água para os grandes rios da região.
É fato que as atividades humanas e o estilo de vida e desenvolvimento têm influenciado na disponibilidade de uma série de recursos, entre eles a água. A água em algumas regiões tem se tornado um recurso escasso e com qualidade comprometida.
Desmatamentos, erosão, assoreamento e lançamento de efluentes, detritos industriais e esgoto doméstico nos cursos d’água têm contribuído com tal situação. Em países em desenvolvimento, estes problemas são agravados em razão da baixa oferta de serviços de abastecimento de água em quantidade e qualidade. Tanto a quantidade insuficiente quanto a qualidade da água são fatores determinantes para o aparecimento de doenças.
Segundo Clarissa Blockhehurst, chefe de Água, Saneamento e Higiene do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), cerca de 1,8 milhões de pessoas, na maioria menores de cinco anos, morrem por ano de doenças diarreicas causadas por água suja.
Também de acordo com estatísticas do Instituto Internacional da Água de Estocolmo (SIWI), a cada dia aproximadamente dois milhões de toneladas de dejetos humanos são lançados nos recursos hídricos, e 70% do lixo industrial nos países do Sul em desenvolvimento são lançados sem tratamento na água, contaminando o fornecimento.
Em seu informe Água Enferma, o Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) com sede em Nairóbi (Quênia), diz que a grande quantidade de água suja no mundo faz com que muitas pessoas morram hoje por causa dela do que em razão de toda a forma de violência, incluindo as guerras.
A água suja é um fator importante para o surgimento das zonas mortas sem oxigênio nos mares e oceanos de todo o mundo. O mundo ganha 380 mil novos habitantes por dia e o ritmo de consumo de água é ainda maior, aumentou seis vezes ao longo do Século 20, enquanto a população multiplicou-se por três. A humanidade já está usando 54% de água que tem à disposição, percentual que deverá chegar a 70% em 25 anos. Além de ser causa de doenças o despejo de dejetos humanos e águas residuárias ameaçam a segurança alimentar de vários países em desenvolvimento, que obtêm 70% de suas necessidades de proteínas a partir do pescado de água doce, segundo a edição de 2010 do Relatório do Planeta Vivo da WWF (World Wide Fund for Nature).
Vivemos, ainda hoje, como se tivéssemos água em abundância, ainda nos damos ao luxo de desperdiçar 40% da água ao longo da sua distribuição, jogamos esgoto in natura nos cursos d’água. As indústrias e os Municípios ainda continuam captando água a montante e despejando-a a jusante com pouco ou nenhum tratamento. Se faz necessário e urgente que tomemos medidas para que consigamos minimizar estes problemas, implantando sistemas eficientes de tratamento de efluentes, captando e tratando água de chuva, eliminando o desperdício na distribuição, usando somente o necessário, fazendo o reúso da água, captando água a jusante e despejando-a a montante, pois só assim conseguiremos ter um controle que garanta um mínimo de qualidade dessa água.
Leis que tornem obrigatória a coleta de água da chuva em áreas urbanas para atender às demandas desse recurso e reduzir a pressão sobre reservatórios rurais, assim como usinas de dessalinização de água do mar, podem representar uma contribuição significativa para o gerenciamento da água e para a escassez na área urbana.
Os sistemas e as estruturas que dão sustentação ao bem-estar humano e ao ecossistema – incluindo gerenciamento habitacional, de mobilidade, energia, água e resíduos – não funcionam isoladamente. A natureza interconectada e interdependente desses elementos será cada vez mais importante, permeando o entendimento dos desafios e o desenvolvimento e a elaboração de soluções. Da mesma forma, a série de questões que deverão ser enfrentadas durante a transição para um futuro sustentável atravessará fronteiras, setores e campos de atuação.
Segundo o projeto Visão 2050: A Nova Agenda para as Empresas, do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD), serão necessários recursos, capacidades, muitas fontes de influências, informações, obtidos por meio de complexas coalizões entre diversos agentes e áreas de especialização diferentes – pessoas e organizações dos setores público, privado, civil e acadêmico. Essas novas estruturas mesclarão os melhores conhecimentos, recursos e capacidades em parcerias perfeitas para resolver muitos dos desafios enfrentados.
Tais parcerias serão formadas nos níveis local, regional, nacional e internacional, e aumentarão não apenas de tamanho, mas também em profundidade, força e impacto.
Serão muito mais estratégicas e mais abrangentes do que as relações táticas pontuais que vimos até hoje e, em decorrência das diferentes prioridades de desenvolvimento dos envolvidos, terão maior probabilidade de conseguir melhorias econômicas e sociais.
Precisamos alertar as pessoas que a água não vai acabar, por ser ela um ciclo, mas o que vai acabar é a água limpa potável, pois, se continuarmos nesse ritmo de desperdício, num futuro bem próximo não teremos mais água boa para beber.
Por: José Vitor Charaba é-sócio-fundador da Construeco Consultoria Ambiental.
http://envolverde.com.br/
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Nota do Movimento Quilombola da Baixada Ocidental Maranhense/Acampamento Quilombola Negro Flaviano
NOTA DE REPÚDIO
Após décadas de grilagem, pistolagem, assassinatos, torturas e todo tipo de violência contra os camponeses do Maranhão, causa indignação ver a senhora Roseana Sarney noticiar, orgulhosa, que teria dado “uma bronca” neste grupo de autoridades federais, que vieram para cá ouvir nossas legitimas e históricas reivindicações. A suposta grosseria virou notícia e, segundo essas mesmas notícias, o problema teria sido a quebra do protocolo. Às favas com o protocolo! Nós não estamos nem um pouco preocupados com isso. No Maranhão, diante de tanto sangue derramado de nossos irmãos e irmãs, da impunidade que favorece assassinos de camponeses, da corrupção evidente, da completa degeneração do poder público e do avanço avassalador da grilagem, nós não temos nenhum compromisso com protocolos palacianos.
Por razões bem diferentes, o povo maranhense também grita!
A senhora Roseana, se gritou, foi porque certamente queria um espetáculo de mentiras, com fotos e imagens de TV e ela no papel de benfeitora, com todos os outros atores políticos (inclusive as vítimas do latifúndio) atuando como meros coadjuvantes. Jamais compactuaremos com isso! Nós queremos coisas bem diferentes. Nós exigimos respostas concretas do Estado brasileiro! Foi revoltante ler uma mentira publicada no jornal O Estado do Maranhão, de propriedade da senhora Roseana, no dia 21 de junho, véspera da chegada das autoridades federais. Lá estava dito, na primeira página: “Ministras vêm ao Maranhão para conhecer programas fundiários do governo”.
Quanta falta de respeito com a nossa luta! Conhecer programas do governo? Mentira! O presidente do Instituto de Terras do Maranhão, sr. Carlos Alberto Galvão, declarou que o órgão dirigido por ele não tem capacidade para atender 20% da demanda atual – arrecadação de terras públicas para assentar camponeses, titulação de – por falta de funcionários e recursos financeiros. A verdade é que as ministras vieram ao Maranhão atendendo a uma exigência nossa que, diante de inúmeras situações de opressão, acampamos em frente ao Palácio dos Leões e do Tribunal de Justiça, depois fomos para dentro do INCRA, com 21 pessoas ameaçadas de morte chegando ao extremo de fazer greve de fome. Foi essa legítima pressão social que trouxe todas essas autoridades federais ao Maranhão.
O que importa o protocolo ou a birra de quem quer que seja, diante da imensa gravidade da nossa situação, dos despejos, de lavradores assassinados, de ameaças de morte, associações queimadas, sede de organizações invadidas?
Esperamos, agora, que o governo federal não se intimide com a difícil realidade política do Maranhão, cumpra seu papel e honre os compromissos e a palavra empenhada diante de centenas de pessoas. E esperamos que o governo estadual também apresente à sociedade maranhense um Plano de Trabalho que, efetivamente tenha a capacidade de retirar 1,5 milhão de maranhenses da situação de extrema pobreza - consequência da alta concentração de terras em tão poucas mãos que expulsam e matam; e, da “apropriação por parte de pequenos grupos, mediante influências políticas e corrupção ativa, daquilo que pertence a todos. Esses pequenos grupos fazem do bem público um patrimônio pessoal” (Carta dos Bispos do Maranhão).
Queremos deixar bem claro que o nosso movimento quilombola tem a total e absoluta autonomia em relação a partidos e governos. Por isso, temos a liberdade para seguir reivindicando, cobrando, exigindo e, se preciso for, radicalizando, por aquilo que acreditamos ser o justo.
Nossa luta continuará!
São Luís – MA, 27 de junho de 2011
Pelo Movimento Quilombola da Baixada
Givanildo Nazaré Santos Reges
João da Cruz
Almirandir Madeira Costa
Catarino dos Santos Costa
Maria Teresa Bitencourt
www.forumcarajas.org.br
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Em dez anos, governo espera que sejam recuperados 15 milhões de hectares em áreas degradadas
O governo vai se empenhar, no Plano Agrícola e Pecuário 2011/2012, que será lançado nesta sexta-feira (17) pela presidenta Dilma Rousseff em Ribeirão Preto (SP), para estimular os produtores rurais brasileiros a recuperar cerca de 1,5 milhão de hectares de áreas degradadas. A meta é que nos próximos dez anos sejam recuperados 15 milhões de hectares para produção.
A intenção é aumentar a produção agropecuária evitando mais avanço sobre áreas de florestas. Atualmente, o país tem cerca de 47 milhões de hectares ocupados com a agricultura e 170 milhões de hectares usados para a pecuária. Embora os dados em relação a áreas degradadas variem de acordo com os critérios usados para mensurá-las, técnicos do Ministério da Agricultura afirmam que elas somam pelo menos 30 milhões de hectares no país, o equivalente a mais de 60% das terras cultivadas com grãos. Os maiores potenciais de recuperação estão nos estados da Região Centro-Oeste, no Tocantins e no Pará.
Para incentivar os produtores, o governo disponibilizará R$ 3,15 bilhões em créditos dentro do Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), criado na safra passada, mas ainda sem muita adesão. Além da recuperação de áreas degradadas, o chefe da Assessoria de Gestão Estratégica do Mapa, Derli Dossa, explica que o programa pretende financiar o plantio de 300 mil hectares (ha) de florestas. Em mais 550 mil ha será financiado o plantio com fixação biológica de nitrogênio; em 800 mil ha, o plantio direto na palha, e em 400 mil ha, será feita a integração lavoura-pecuária-floresta.
Para aumentar a popularidade e a procura pelo programa, Dossa destacou que o ministério investirá em várias frentes: divulgação na imprensa da importância de se reduzir as emissões de gases de efeito estufa, treinamento de 5 mil técnicos nesse modelo de agricultura, distribuição de material a todo o corpo técnico treinado, com acesso aos produtores, estudo dos estados com problemas e motivação de lideranças locais.
“Um dos maiores problemas é falta de profissionais especializados em fazer projeto nesse tipo de produção para ter os recursos liberados”, explicou Dossa, ressaltando a importância do treinamento de técnicos do ministério e superintendências regionais.
As linhas de crédito do programa são diferenciadas, com as menores taxas da agricultura empresarial, 5,5% ao ano, e prazo de até 15 anos para pagar. O limite de financiamento para produtores é R$ 1 milhão.
(Fonte: Danilo Macedo/ Agência Brasil)
http://noticias.ambientebrasil.com.br/author/clipping
A intenção é aumentar a produção agropecuária evitando mais avanço sobre áreas de florestas. Atualmente, o país tem cerca de 47 milhões de hectares ocupados com a agricultura e 170 milhões de hectares usados para a pecuária. Embora os dados em relação a áreas degradadas variem de acordo com os critérios usados para mensurá-las, técnicos do Ministério da Agricultura afirmam que elas somam pelo menos 30 milhões de hectares no país, o equivalente a mais de 60% das terras cultivadas com grãos. Os maiores potenciais de recuperação estão nos estados da Região Centro-Oeste, no Tocantins e no Pará.
Para incentivar os produtores, o governo disponibilizará R$ 3,15 bilhões em créditos dentro do Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), criado na safra passada, mas ainda sem muita adesão. Além da recuperação de áreas degradadas, o chefe da Assessoria de Gestão Estratégica do Mapa, Derli Dossa, explica que o programa pretende financiar o plantio de 300 mil hectares (ha) de florestas. Em mais 550 mil ha será financiado o plantio com fixação biológica de nitrogênio; em 800 mil ha, o plantio direto na palha, e em 400 mil ha, será feita a integração lavoura-pecuária-floresta.
Para aumentar a popularidade e a procura pelo programa, Dossa destacou que o ministério investirá em várias frentes: divulgação na imprensa da importância de se reduzir as emissões de gases de efeito estufa, treinamento de 5 mil técnicos nesse modelo de agricultura, distribuição de material a todo o corpo técnico treinado, com acesso aos produtores, estudo dos estados com problemas e motivação de lideranças locais.
“Um dos maiores problemas é falta de profissionais especializados em fazer projeto nesse tipo de produção para ter os recursos liberados”, explicou Dossa, ressaltando a importância do treinamento de técnicos do ministério e superintendências regionais.
As linhas de crédito do programa são diferenciadas, com as menores taxas da agricultura empresarial, 5,5% ao ano, e prazo de até 15 anos para pagar. O limite de financiamento para produtores é R$ 1 milhão.
(Fonte: Danilo Macedo/ Agência Brasil)
http://noticias.ambientebrasil.com.br/author/clipping
Fundação Palmares certifica 16 Comunidades Quilombolas no Maranhão
Maranhão:
COMUNIDADE BOM DE VIVER, localizada no município de MIRINZAL/MA;
COMUNIDADE DE AÇUDE localizada no município de SERRANO DO MARANHÃO/MA;
COMUNIDADE DE BOA ESPERANÇA DOS CAMPOS, localizada no município de SERRANO DO MARANHÃO/MA;
COMUNIDADE DE BOA VISTA, localizada no município de CENTRAL DO MARANHÃO/MA;
COMUNIDADE DE BRASÍLIA, localizada no município de SERRANO DO MARANHÃO/MA;
COMUNIDADE DE CANTA GALO I, localizada no município de SÃO VICENTE DE FERRER/MA;
COMUNIDADE DE CEDRO, localizada no município de SERRANO DO MARANHÃO/MA;
COMUNIDADE DE ENGOLE, localizada no município de CEDRAL/MA;
COMUNIDADE DE FRECHAL DOS CAMPOS, localizada no município de SERRANO DO MARANHÃO/MA;
COMUNIDADE DE NAZARÉ, localizada no município de SERRANO DO MARANHÃO/MA;
COMUNIDADE DE PAU POMBO, localizada no município de SANTA HELENA/MA;
COMUNIDADE DE PINDOBAL DE FAMA, localizada no município de TURILÂNDIA/MA;
COMUNIDADE DE PONTA, localizada no município de SERRANO DO MARANHÃO/MA;
COMUNIDADE DE SANTA FILOMENA, localizada no município de SERRANO DO MARANHÃO/MA;
COMUNIDADE DE SANTA ROSA, localizada no município de SERRANO DO MARANHÃO/MA;
COMUNIDADE DE SÃO BENEDITO DOS CARNEIROS, localizada no município de OLINDA NOVA MARANHÃO/MA;
Fonte: DOU do dia 17/06/2011
http://racismoambiental.net.br/
COMUNIDADE BOM DE VIVER, localizada no município de MIRINZAL/MA;
COMUNIDADE DE AÇUDE localizada no município de SERRANO DO MARANHÃO/MA;
COMUNIDADE DE BOA ESPERANÇA DOS CAMPOS, localizada no município de SERRANO DO MARANHÃO/MA;
COMUNIDADE DE BOA VISTA, localizada no município de CENTRAL DO MARANHÃO/MA;
COMUNIDADE DE BRASÍLIA, localizada no município de SERRANO DO MARANHÃO/MA;
COMUNIDADE DE CANTA GALO I, localizada no município de SÃO VICENTE DE FERRER/MA;
COMUNIDADE DE CEDRO, localizada no município de SERRANO DO MARANHÃO/MA;
COMUNIDADE DE ENGOLE, localizada no município de CEDRAL/MA;
COMUNIDADE DE FRECHAL DOS CAMPOS, localizada no município de SERRANO DO MARANHÃO/MA;
COMUNIDADE DE NAZARÉ, localizada no município de SERRANO DO MARANHÃO/MA;
COMUNIDADE DE PAU POMBO, localizada no município de SANTA HELENA/MA;
COMUNIDADE DE PINDOBAL DE FAMA, localizada no município de TURILÂNDIA/MA;
COMUNIDADE DE PONTA, localizada no município de SERRANO DO MARANHÃO/MA;
COMUNIDADE DE SANTA FILOMENA, localizada no município de SERRANO DO MARANHÃO/MA;
COMUNIDADE DE SANTA ROSA, localizada no município de SERRANO DO MARANHÃO/MA;
COMUNIDADE DE SÃO BENEDITO DOS CARNEIROS, localizada no município de OLINDA NOVA MARANHÃO/MA;
Fonte: DOU do dia 17/06/2011
http://racismoambiental.net.br/
quinta-feira, 16 de junho de 2011
2ª Reunião (extraordinária) do Conselho Estadual de Meio Ambiente - CONSEMA.
CONVITE
2ª Reunião (extraordinária) do Conselho Estadual de Meio Ambiente - CONSEMA.
Dia 17 de junho, no auditório do IBAMA, às 14h.
A reunião é aberta e qualquer cidadão pode participar!
2ª Reunião (extraordinária) do Conselho Estadual de Meio Ambiente - CONSEMA.
Dia 17 de junho, no auditório do IBAMA, às 14h.
A reunião é aberta e qualquer cidadão pode participar!
Conferência SAN Temática do Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE
A Conferência SAN Temática do Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE, será realizada nos dias 20 e 21 de junho de 2011, no CESIR/FETAEMA, e contará com a participação de diversas entidades como a FETAEMA, MDA, FMSAN, SEDRAGO, SEDES, FNDE e outros órgãos e entidades representativas da sociedade civil. Entre os painéis que serão discutidos está o do Programa de Aquisição de Alimentos – PAA o qual tem por objetivo incentivar a agricultura familiar, compreendendo ações vinculadas à distribuição de produtos agropecuários para pessoas em situação de insegurança alimentar e à formação de estoques estratégicos, sendo constituído por instrumentos que permitem a estruturação e o desenvolvimento da agricultura familiar.
Além dos painéis expositivos e debates será realizada a eleição dos Delegados para a Conferência Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional que acontecerá no mês agosto em São Luis. Confira a programação, que segue abaixo:
PROGRAMAÇÃO DO EVENTO
DIA 20.06.2011
08:00 às 09:00 horas - Credenciamento e Merenda
09:01 às 12:00 horas – Painel – Programa Nacional de Alimentação Escolar
1 – A implementação da Lei 11.947/2009 no Estado do Maranhão – exposição FNDE
2 - Art. 14 da Lei 11.947/2009: Organização e execução da compra da Agricultura Familiar para a Alimentação Escolar em São José de Ribamar – exposição da Prefeitura Municipal de São José de Ribamar
12:00 às 13:50 horas – almoço
14.00 às 15:30 horas – Painel – Legislação sobre o ICMS e o PNAE
3 - Decreto nº 26.229 de 28/12/2009, do Estado do Maranhão, - Diferimento de ICMS para aquisições de gêneros alimentícios para o PAA e PNAE – exposição Secretaria de Estado da Fazenda do Maranhão
15.31 às 15.50 horas – merenda
16.00 às 17.30 horas – Painel – Ação do MDA para fortalecer o PNAE
4 – A ação do MDA, no Maranhão, para implementar o encontro da Agricultura Familiar com a Alimentação Escolar – Nutre Nordeste
18:30 horas – Abertura Política da Conferência Temática SAN – PNAE
19:00 horas – Jantar
Noite Livre.
DIA 21.06.2011
08:00 às 09:30 horas – Painel – O significado do SUASA para a Agricultura Familiar
5 – O cumprimento das normas higiênico sanitárias para a agricultura familiar fornecer à alimentação escolar – MAPA
09:31 às 09:50 horas merenda
10:00 às 12:00 horas – Painel – A Agricultura Familiar Maranhense e o PNAE
6 – A organização da agricultura familiar, no Maranhão, para atender a demanda da alimentação escolar e efetivar a inclusão comercial - FETAEMA
12:00 às 13:50 horas – almoço
14.00 às 15:00 horas – Debate e Eleição dos Delegados para a Conferência Estadual
18:00 horas – Jantar.
Alessandra Santos
SECRETÁRIA EXECUTIVA DA IV CESAN
(98) 8803-4727/3247-1194
Além dos painéis expositivos e debates será realizada a eleição dos Delegados para a Conferência Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional que acontecerá no mês agosto em São Luis. Confira a programação, que segue abaixo:
PROGRAMAÇÃO DO EVENTO
DIA 20.06.2011
08:00 às 09:00 horas - Credenciamento e Merenda
09:01 às 12:00 horas – Painel – Programa Nacional de Alimentação Escolar
1 – A implementação da Lei 11.947/2009 no Estado do Maranhão – exposição FNDE
2 - Art. 14 da Lei 11.947/2009: Organização e execução da compra da Agricultura Familiar para a Alimentação Escolar em São José de Ribamar – exposição da Prefeitura Municipal de São José de Ribamar
12:00 às 13:50 horas – almoço
14.00 às 15:30 horas – Painel – Legislação sobre o ICMS e o PNAE
3 - Decreto nº 26.229 de 28/12/2009, do Estado do Maranhão, - Diferimento de ICMS para aquisições de gêneros alimentícios para o PAA e PNAE – exposição Secretaria de Estado da Fazenda do Maranhão
15.31 às 15.50 horas – merenda
16.00 às 17.30 horas – Painel – Ação do MDA para fortalecer o PNAE
4 – A ação do MDA, no Maranhão, para implementar o encontro da Agricultura Familiar com a Alimentação Escolar – Nutre Nordeste
18:30 horas – Abertura Política da Conferência Temática SAN – PNAE
19:00 horas – Jantar
Noite Livre.
DIA 21.06.2011
08:00 às 09:30 horas – Painel – O significado do SUASA para a Agricultura Familiar
5 – O cumprimento das normas higiênico sanitárias para a agricultura familiar fornecer à alimentação escolar – MAPA
09:31 às 09:50 horas merenda
10:00 às 12:00 horas – Painel – A Agricultura Familiar Maranhense e o PNAE
6 – A organização da agricultura familiar, no Maranhão, para atender a demanda da alimentação escolar e efetivar a inclusão comercial - FETAEMA
12:00 às 13:50 horas – almoço
14.00 às 15:00 horas – Debate e Eleição dos Delegados para a Conferência Estadual
18:00 horas – Jantar.
Alessandra Santos
SECRETÁRIA EXECUTIVA DA IV CESAN
(98) 8803-4727/3247-1194
XXXI Reunião Extraordinária do CNRH
Senhor(a) Conselheiro(a),
Seguem, anexos, ofício-convite, pauta e documentos, para a XXXI Reunião Extraordinária do CNRH, a ser realizada no dia 29 (8h30 às 12h) de junho de 2011, em Brasília-DF.
Lembramos que, nos dias 29 e 30 de junho, também será realizada a XXV Reunião Ordinária do CNRH, conforme convocação feita anteriormente.
Informamos que o material referente a reunião também estará disponível para download na página eletrônica http://www.cnrh.gov.br./
Atenciosamente,
Secretaria Executiva do CNRH
Consulte a Agenda de reuniões do Conselho em nossa página na internet:
http://www.cnrh.gov.br/sitio
Seguem, anexos, ofício-convite, pauta e documentos, para a XXXI Reunião Extraordinária do CNRH, a ser realizada no dia 29 (8h30 às 12h) de junho de 2011, em Brasília-DF.
Lembramos que, nos dias 29 e 30 de junho, também será realizada a XXV Reunião Ordinária do CNRH, conforme convocação feita anteriormente.
Informamos que o material referente a reunião também estará disponível para download na página eletrônica http://www.cnrh.gov.br./
Atenciosamente,
Secretaria Executiva do CNRH
Consulte a Agenda de reuniões do Conselho em nossa página na internet:
http://www.cnrh.gov.br/sitio
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